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Poema de Cilene Santos*

QUERO Eu quero ser a flor Que perfuma e enfeita O teu jardim O teu anjo querubim O sorriso que sorris Quando olhas para mim Quero ser o mar Que deslumbra os teus olhos E da noite tua quero ser o luar E se puder…

Índex* | Junho, 2021

Para Bruno e Assis * O aniversário É aquele dia Em que o tempo Para O sangue Agita A vida parece Uma longa estrada Cheia de pegadas Do bem que fizemos Da música que tocamos Das palavras escritas No coração vazio E ganharam Forma Luz…

Escrita Criativa em mim* | Patricia Gonçalves Tenório**

Junho, 2021 Capítulo 11 – Sonhos e devaneios             Uma das maiores aprendizagens nesses tempos sombrios de pandemia é a capacidade de continuar sonhando. Literalmente ou metaforicamente. Acordamos assustadas/os no meio da noite, no meio do quarto, bem longe do mundo. A angústia e a…

40 mil visualizações | A baronesa | Patricia Gonçalves Tenório

Tudo começou em uma manhã de junho de 2019. Estávamos, eu e o escritor e professor gaúcho Amilcar Bettega, passeando pelo Recife Antigo, bairro da capital pernambucana, quando um vendedor de chapéus me chamou de baronesa. Começou De mansinho Feito céu De madrugada As letras…

Poema de Altair Martins*

55. PÓS-ESCRITO Trafegamos tarde pelos pés e pelas mãos. Trafegamos tarde pelo rosto, pela coluna e pelo sexo. Só tivemos verdadeiramente um corpo quando ele sofreu lasca ou mordeu a língua. * Consumimos nossa água e nunca deixamos a sede. Fomos um rio que não…

Índex* | Maio, 2021

A chuva Cai No coração De cada um Na emoção De cada uma Que se deixa Atingir Pelo raio Da palavra Cheia De carinho Transbordando Significado Na vida Na morte De cada Ato meu No instante Em que A caneta Rasga Este Papel em branco…

Escrita Criativa em mim* | Patricia Gonçalves Tenório**

Maio, 2021 Capítulo 10 – A sublimação na arte A nossa coluna Escrita Criativa em mim aproxima-se do final – no primeiro capítulo anuncio doze, fechando o ciclo dessa jornada pelas veredas que atravessei na criação literária desde 2004. Mas não poderia deixar de falar…

Poema de Altair Martins**

52. VENTO REDONDO SOB A CORTINA DO QUARTO * Seria preciso esquecer os que não respiram agora e resguardar o tom de voz que chega quando o dia engana aberto e claro nesta carne que espia por entre as nossas roupas e é por isso…