Editora Mundi Book & Patricia (Gonçalves) Tenório convidam | lançamento do livro “Vinte e um”

Mundi Book Ediciones & Patricia (Gonçalves) Tenório invitan | presentación del libro “Veintiuno

cartel patricia

Lisboa: (11/04/2016)

Biblioteca Municipal dos Coruchéus

R. Alberto de Oliveira

+351 21 817 2049

17h00

 

cartel patricia2

Madrid: (13/04/2016)

Universidade Complutense de Madrid

Av. Séneca, 2 – 28040

+34 914 520 400

17h00

 

O universo de sub-universos relatados de Patricia Tenório

Diego Vadillo Lopez

 

Trazem todas os relatos de Patricia Tenório contidos neste volume o mesmo DNA. Todos compartilham os traços fisionômicos assim como o insinuante – e desconcertante – contorno em espiral que conduz ao desenlace surpreendente.

O especular, o cotidiano-inédito… lutam em uma disputa – que não é tal – redundante na fresca e suave brisa – entre lírica e onírica – que inunda o âmbito em que se desdobram as breves peças em prosa com que nos aprovem deleitar Patricia Tenório.

Não saberia dizer com exatidão se nestes relatos se faz cotidiano o inédito, ou, ao contrário, se empurra o cotidiano até a borda do precipício do mais sugestivo e imprevisível deslocamento lírico.

Partindo de abordagens somente de maneira acidental relacionadas com a mais diametral ilusão da realidade, nossa “contista” faz ilusionismo com a tal ilusão; manda recados envoltos em narrativa ambrosia.

Cada relato é um flanco existencial contemplado transcendentalmente por Tenório, restando-lhe, a tempo, gravidade à tal transcendência mediante o refinamento e, às vezes, ocasional uso da ironia.

Lançados como sugestões não isentas de fundo substancial, os relatos que o leitor vai encontrar neste livro pertencem a um universo – esse, particular da autora que os concebeu –, um universo preso no universo-livro que os situa ao alcance da mão do predisposto a incursionar.

A própria vida é fornecedora prodigiosa das mais peculiares situações, mostrando-se-nos estas de maneira mais ou menos perceptível. Mas precisamente quando são resgatadas, dentre a folhagem vivencial menos exposta, com espírito recreativo, então podemos dizer, em referência a quem o faz, que estamos ante uma artista – uma criadora –, artista por saber como entretecer arte usando os vimes selecionados dentre os que o espaço da realidade lhe ofereceu. E isso é precisamente o que faz nossa escritora, a de sobrenome donjuanesco.

 

El universo de relatados sub-universos de Patricia Tenório

Diego Vadillo López

 

Portan todos los relatos de Patricia Tenório contenidos en este volumen el mismo ADN. Todos comparten rasgos fisonómicos así como el insinuante —y desconcertante— contoneo en espiral conducente al sorpresivo desenlace.

Lo especular, lo cotidiano-inaudito… forcejean en una disputa —que no es tal— redundante en la fresca y suave brisa —entre lírica y onírica— que anega el ámbito en que se despliegan las breves piezas en prosa con que tiene a bien deleitarnos Patricia Tenório.

No sabría decir con exactitud si en estos relatos se hace cotidiano lo inaudito o, al contrario, se empuja a lo cotidiano hacia el borde del precipicio de la más sugestiva e imprevisible dislocación lírica.

Partiendo de planteamientos solo accidentalmente emparentados con la más diametral ilusión de realidad, nuestra “cuentista” hace ilusionismo con dicha ilusión; manda recados envueltos en narrativa ambrosía.

Cada relato es un flanco existencial contemplado trascendentemente por Tenório, restándole, al tiempo, gravedad a dicha trascendencia mediante el afinado y, a veces, desenfadado uso de la ironía.

Lanzados como sugerencias no exentas de enjundioso trasfondo, los relatos que el lector encontrará en este libro pertenecen a un universo —ese, particular, de la autora que los concibió—, un universo atrapado en el universo-libro que los sitúa al alcance de la mano del predispuesto a incursionar.

La vida misma es prodigiosa oferente de las más peculiares situaciones, mostrándosenos estas de manera más o menos perceptible. Pero precisamente cuando son rescatadas, de entre el follaje vivencial menos expuesto, con espíritu recreativo, entonces podemos decir en referencia a quien lo hace que estamos ante un artista —un creador—, artista por saber cómo entretejer arte usando los mimbres seleccionados de entre los que el espacio de realidad le ofreció. Y eso es precisamente lo que hace nuestra escritora, la de donjuanesco apellido.