Céu de primavera | Shirley Lima* & André D

Na beleza transcendente de clima, morno e ameno, as nuvens fluíam, dispersando do céu, aquele vento primaveril é maravilhoso e toca suavemente a face e os semblantes encantados com as novas vestes de arvores.

Flores caíam, renovando as pétalas, estas com os seus enormes aromas naturais, pareciam formar na grama um tapete de flamboyant.

Eram as cores e cheiros, reluzentes e com fragrâncias naturais que embeveciam os olhos de quem por ali passava. O cheiro adocicado da linda rosa vermelha unia-se com o pôr do sol.

Se existiam alguns que choravam, logo sentiam o frescor do dia, e presenciavam o sorriso das rosas, quando abriam-se para iniciar mais uma aurora.

O espetáculo da natureza é sábio, com a sua fase de árvores frondosas nos lagos, patos e vitórias-régias.

As nuvens pareciam correr, mas, estavam deslizando e dispersando-se, deixando as flores refletir a céu e em suas nuances… As cores das aquarelas, rosa, roxo, vermelho e tantas outras cativam o sol.

E no balbuciar das rosas brancas, logo cedinho elas recebiam os seus raios. O vento soprava lentamente levando o aroma das tulipas aos jardins e florestas, aos românticos e poetas.

Essa estação é contemplada pela essência divina e natural que brotam de um ciclo perfeito da natureza e exalam diante do céu de primavera.

 

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