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Índex* | Maio, 2021

A chuva

Cai

No coração

De cada um

Na emoção

De cada uma

Que se deixa

Atingir

Pelo raio

Da palavra

Cheia

De carinho

Transbordando

Significado

Na vida

Na morte

De cada

Ato meu

No instante

Em que

A caneta

Rasga

Este

Papel em branco

*

(“Quando o céu chorou a gente”, Patricia Gonçalves Tenório, 14/05/2021, 06h21)

*

Quando o Amor Perfeito encontrou Patricia Gonçalves Tenório no Índex de Maio, 2021 do seu blog.

Estudos em Escrita Criativa On-line 2021 | Os mundos de dentro | Maio, 2021 | Patricia Gonçalves Tenório (PE – Brasil) & Diversos.

Escrita Criativa em Mim | Capítulo 10 – A sublimação na arte | Patricia Gonçalves Tenório.

Poema de Altair Martins (RS – Brasil).

Breve como tudo | Gisela Rodriguez (RS – Brasil).

Agradeço o carinho de sempre, a próxima postagem será em 27 de Junho de 2021, abraço bem grande e até lá,

*

Patricia Gonçalves Tenório.

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Index* | May, 2021

The rain

Falls

In the heart

Of each one

In emotion

Of each one

That allows

Be reached

By the ray

Of word

Full of

Affection

Overflowing

Meaning

In life

In death

Of every

Act of mine

In the instant

On what

The pen

Rips

This one

Blank paper

*

(“When heaven cried us”, Patricia Gonçalves Tenório, 05/14/2021, 06h21)

*

When Perfect Love found Patricia Gonçalves Tenório in the May Index, 2021 of her blog.

Studies in Creative Writing Online 2021 | The worlds from within | May, 2021 | Patricia Gonçalves Tenório (PE – Brasil) & Miscellaneous.

Creative Writing in Me | Chapter 10 – Sublimation in art | Patricia Gonçalves Tenório.

Altair Martins’ poem (RS – Brasil).

Brief as everything | Gisela Rodriguez (RS – Brasil).

I thank you for your love, the next post will be on June 27, 2021, big hug and until then,

*

Patricia Gonçalves Tenório.

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**

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* Índex foi traduzido (a maior parte) apenas para o inglês por uma questão de extensão do post.

* Index was translated (most of it) into English only as a matter of the extension of the post.

** A chuva abrindo os corações para o amor. The rain opening hearts to love. Fotografia: George Barbosa (PE – Brasil). Photography: George Barbosa (PE – Brasil)

Estudos em Escrita Criativa On-line | Os mundos de dentro | Maio, 2021

Mais um módulo ministrado com infinito carinho nos Estudos em Escrita Criativa On-line 2021 – Os mundos de dentro. Em maio, navegamos pela obra poética e musical de Vinicius de Moraes e nos enriquecemos imensamente.

*

Primeira Aula do Módulo 5:

*


*

Na primeira aula do módulo, investigamos o documentário e o livro escolhido sobre Vinicius de Moraes, com organização de Eucanaã Ferraz e prefácio de Laetitia de Moraes (irmã do Poetinha); nos encantamos com a afirmação de Ferreira Gullar, “Vinicius nos ajuda a viver”; e a frase de Gilberto Gil, “Vinícius está no cerne do afeto”, nos remeteu à Teoria dos Afetos barroca estudada em 2018 nos Estudos em Escrita Criativa das Livrarias Cultura (Recife e Porto Alegre) e, em 2021, nos aprofundamos na Teoria dos Afetos contemporânea com Gregory J. Seigworth;

*

Segunda Aula do Módulo 5:

*

*

Constatamos a ideia de processo, de inacabado na vida e na obra de Vinicius; consideramos cinco temáticas encontradas no livro escolhido (a poesia sagrada/erudita, a erótica/sensual, a popular, a poesia relacionada com as artes plásticas, a poesia infantil); o rejuvenescimento de Vinícius (do sagrado/erudito ao infantil) constatado no livro (1970) e no musical (1980) A arca de Noé, traçando um paralelo com as artes plásticas (“O leão”, de Vinicius e “The Tyger”, de William Blake) e o poema final do livro “A casa” – temática de “Os mundos de dentro”.

*

Terceira Aula do Módulo 5:

*

E foi com imensa alegria que recebemos na nossa live do canal do YouTube na última quarta-feira, 26/05/2021, a engenheira, escritora, poetisa e especialista em Escrita Criativa, Elba Lins, que nos encantou com seu conhecimento sensível-criativo sobre o Poetinha e as canções inesquecíveis que marcam, até hoje, a música popular brasileira pelo mundo inteiro.

*

https://www.youtube.com/watch?v=FfbOt9N8Lrw

*

Exercícios de desbloqueio:

*

Módulo 2 – Manuel Bandeira:

*

Luciana Beirão de Almeida

Contato: lubeirao@hotmail.com

RETRO – PERSPECTIVA

*

Ontem.

*

Bairro Menino Deus,

Perto de onde é hoje

O Shopping Praia de Belas.

Naquela época

Minha cidade

Não sabia o que era Shopping Center.

*

Minha rua era pequena,

Assim como eu.

Brincávamos de roda:

*

“Ó meu belo castelo,

Mata-tira-tirarei”

“O que vós quereis,

Mata-tira-tirarei”

*

*

Aos fins de semana-

Passeio com a família na Redenção!

Pipoca,

Minhocão,

Cachorro quente no Zé do Passaporte.

*

Saudade…

Dos olhos expressivos da minha mãe

(presentes hoje na minha lembrança)

*

O colo do meu pai nos protegendo.

(ainda me sinto protegida quando estou com ele)

*

*

Hoje.

*

A rua continua pequena,

Mas as crianças

Não brincam mais de roda.

Shopping Centers?

Muitos!

Gerações atrás de grades

Que se comunicam pelas telas.

E vivem dentro de casa

Por medo da violência.

E agora

Por medo de um vírus maldito

Que nos espreita na esquina.

*

*

Saudade de ir até a esquina.

*

Saudade de um Porto

Onde desembarquei.

E que se chama Alegre.

Se depender de mim,

E do que guardo aqui dentro do peito

Vai continuar se chamando assim.

*

Sempre.

*

RETRO – PERSPECTIVA
(Vídeo de Lucas Nogueira)

*

Módulo 4 – Graciliano Ramos:

*

Dilma França

Contato: dilma_franca@hotmail.com

INSÔNIA

*

Ouço o relógio

Bater duas horas,

“A insônia vem

Quando você menos espera.”

 E no silêncio da madrugada,

Há barulho em minh’alma.

Saio em busca

De um encontro.

Na rua, portas fechadas.

“Um arrepio atravessa-me

A espinha.”

A cidade adormecida

Não escuta o meu caminhar…

São passos lentos,

Vagarosos… Indecisos…

Não sei para onde vou…

Meu coração compassado

Acompanha o meu respirar…

“Queria endurecer o coração,

Eliminar o passado,”

Mas sigo sozinha

A contemplar o céu,

As estrelas… O luar…

Ouço a voz do silêncio

E ouso perguntar:

Quem sou? Onde estou?

Por que estou?…

Preciso encontrar

Comigo mesma,

Com meu eu…

Quero me abraçar,

Ouvir meu coração,

Para sonhar…

E para amar,

Somente, AMAR!

*

(POEMA INSPIRADO NO LIVRO “INSÔNIA” DE GRACILIANO RAMOS.

AS FRASES ENTRE ASPAS SÃO DE GRACILIANO RAMOS.)

*

Elenara Leitão

Contato: arqstein@gmail.com

Estranha realidade

*

um ano de pós verdades

de lógicas hiperbólicas

paixões adormecidas

ano de ficar em casa

ou se atrolhar

sem pensar no amanhã

sem pensar

sem empatia

sem vergonha

de botar a cara na rua

brigar por espaço

comer/beber/lambuzar

escarnecer de deuses e deusas

molhar de chuva, de gozo, de lambuzagem

raízes sem fundo

gritos gemidos

brasas em fogo

gente morrendo

chuva caindo

gente olhando da janela

expectando uma realidade

sem lógica/sem philos

Pactuar com ela 

também não faz sentido

Virar estatística

muito menos

Chove lá fora

aqui dentro não mais 

(podado em abril de 2021)

*

Estranha realidade

*

É domingo, e chove lá fora

Não fosse pela pandemia

seria apenas um domingo chuvoso

como tantos

dia de dormir/comer/escrever

ou apenas viver

Mas é 2020

um ano cabalístico

desses que a gente nem queria estar vivendo

um ano de pós verdades

de lógicas hiperbólicas

de certezas conflitantes

 de amores endeusados

de paixões adormecidas

ano de ficar em casa

ou se atrolhar

sem pensar no amanhã

sem pensar

sem empatia

sem vergonha

dessas de botar a cara na rua

brigar por espaço

comer/beber/lambuzar

escarnecer de deuses e deusas

molhar de chuva, de gozo, de lambuzagem

raízes sem fundo

gritos gemidos

brasas em fogo

gente morrendo

chuva caindo

a gente olhando

atrás da janela

expectando uma realidade

sem lógica

sem philos

Pactuar com ela 

também não faz sentido

Virar estatística

muito menos

Chove

É domingo lá fora

aqui dentro não mais 

27/09/2020

*

Ilana Kaufman

Contato:ilakau7@gmail.com

A não existência do outro         

*

             O espaço, outrora uma sala imensa com computador e projetor lembrando cinema, se resumia, agora a uma peça transformada em sala de aula virtual.

Abriu-se o mundo para possibilidades inovadoras de aprendizado e mais próximas das crianças e dos adolescentes. Fecharam-se, ao mesmo tempo, os olhos de muitos para a evolução educacional, que já demonstrava sinais, antes da pandemia.

           Por que dizer que alunos estão sem aulas há mais de um ano? O aprendizado, não é um ato, necessariamente, presencial. Basta haver uma comunicação de ideias ou conceitos e os mesmos conseguirem ser construídos, internalizados e aplicados.

Visitar exposições em museus internacionais virtualmente é um privilégio que alguns parecem não querer possibilitar a tantos que não teriam como fazê-lo presencialmente.

Negar virou moda no nosso país.  Tapar os olhos. Enxergar o que convém para cada um, sem se preocupar com o outro. Tempos assustadores.

*

Módulo 5 – Vinicius de Moraes:

*

Cilene Santos

Contato: cilenecaruaru2013@gmail.com  

Um soneto para o coração

*

Coração, por que te enganas tanto?

Se sabes que talvez não valham nada

A dor que ora sentes e este pranto

Que deixa tu’alma consternada.

*

Deixa que teus dias sejam leves.

Também esquece que não foste bem-amado

E estas dores que sentes serão breves

E, de repente, estarás recuperado.

*

Em busca d’outros sonhos deves ir

Não leves mágoa alguma ao partir

Deixa a alma limpa e perfumada

*

Para que um novo amor possa fluir,

O teu mundo terás de colorir

E a vida te será agraciada.

*

DILMA FRANÇA

Contato: dilma_franca@hotmail.com  

INTENSAMENTE

*

Costumo entregar-me por inteiro

Àquilo que me vem realizar

Aos meus sonhos, meus desejos sorrateiros,

Ao meu querer, ao meu sentir, ao meu pensar.

*

Entrego-me com paixão estonteante

Aos teus carinhos, ao teu jeito de amar,

Tentando te prender a cada instante,

Pois em mim, só em mim é o teu lugar.

*

Entrego-me sem pensar, intensamente,

Em teus braços que me abraçam fortemente

E me deixam no enlevo a sonhar…

*

A sonhar com um futuro promissor

Onde possamos viver o nosso amor,

Em noites de magia e de luar.

*                   

(Soneto inspirado em Vinicius de Moraes, o “Poetinha do Amor”

Segundo Carlos Drummond de Andrade, “Vinicius é o único poeta brasileiro que ousou viver sob o signo da PAIXÃO”.)

*

Ilana Kaufman

O que fazer

*

Viver

Tão difícil

Conviver

Ultimamente

*

Esperar

Melhorar

A situação

Esperançosamente

Escrita Criativa em mim* | Patricia Gonçalves Tenório**

Maio, 2021

Capítulo 10 – A sublimação na arte

A nossa coluna Escrita Criativa em mim aproxima-se do final – no primeiro capítulo anuncio doze, fechando o ciclo dessa jornada pelas veredas que atravessei na criação literária desde 2004.

Mas não poderia deixar de falar da escrita como sublimação. No ensaio “Personagens psicopáticos no palco”, o pai da Psicanálise Sigmund Freud nos lembra da catarse – de maneira protegida, porque não corremos risco de nos machucar – nos espetáculos de teatro.

“O olhar participativo durante o espetáculo possibilita ao adulto o mesmo que a brincadeira possibilita à criança, cuja tocante expectativa pode ser igualmente tão satisfatória para o adulto”.[1]

Hamlet, na obra-prima homônima de William Shakespeare, cria toda uma representação teatral para incriminar o tio Cláudio pelo assassinato do pai. Jane Austen, em Orgulho e preconceito, realiza, através das personagens Elizabeth e Jane, o que não pode ser experienciado na própria vida real. Clarice Lispector afirma que está falando de dentro do túmulo quando termina de escrever A hora da estrela. Na dança, Pina Bausch convoca: “Dancem, dancem, senão estaremos perdidos”. Vincent Van Gogh pintava para aliviar a loucura que era para ele viver.

“Longe de me queixar, é justamente então que na vida artística, ainda que não seja a verdadeira, eu me sinto quase tão feliz quanto poderia estar no ideal da vida verdadeira.”[2]

Tantos outros e tantas outras comprovam que a arte ajuda à vida para o/a artista se superar, para se tornar uma pessoa melhor, para sublimar a dor por meio de um texto, uma tela, uma apresentação de dança ou de teatro.

Eu também preciso da arte para viver. Não para sobreviver – como estamos sobrevivendo nesses tempos sombrios de pandemia. A arte – a escrita, no meu caso – me dá esperança, respiro, posso sonhar, ver a vida cor-de-rosa, apesar da falta de cores da realidade.

Foi assim no meu segundo livro As joaninhas não mentem para sublimar a interdição do primeiro O major – eterno é o espírito; foi assim em Como se Ícaro falasse para sublimar o final do espetáculo teatral d’As joaninhas; em A menina do olho verde para sublimar o fracasso em uma seleção de doutorado – e que me redirecionou para o doutorado em Escrita Criativa da PUCRS…

“Foram derrubados os muros da cidade, o Muro Alto não existia mais. Plantaram jardins conjuntos, escreveram livros para uns aos outros ler. Era bom aquele começo, com a esperança no coração.”[3]

E, principalmente: o ato da leitura e o da escrita nos fazem sentir capazes, maiores, melhores, como se planássemos por sobre as nuvens do dia-a-dia, e enxergássemos, do alto, os obstáculos fazendo sentido e potencializando a criação em cada um, em cada uma de nós.

O olhar de cima que a sublimação na arte nos dá.

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* Coluna publicada mensalmente nos blogs www.patriciatenorio.com.br e www.veragora.com.br/tesaoliterario.  

** Escritora, vinte livros publicados, sendo um em formato vídeopodcast, mestre em Teoria da Literatura (UFPE) e doutora em Escrita Criativa (PUCRS). Contatos: grupodeestudos.escritacriativa@gmail.com e https://www.youtube.com/estudosemescritacriativa    

[1] FREUD, Sigmund. Personagens psicopáticos no palco. In Arte, literatura e os artistas. Tradução: Ernani Chaves. 1ª edição. 2ª re-impressão. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018, p. 45.     

[2] VAN GOGH, Vincent. Cartas a Théo. Tradução: Pierre Ruprecht. 2ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2007, p. 234 – (Coleção L&PM Pocket).     

[3] TENÓRIO, Patricia Gonçalves. A menina do olho verde. In 7 por 11. Recife: 2019, p. 351 – (Coleção Cinco Livros).     

Poema de Altair Martins**

52. VENTO REDONDO SOB A CORTINA DO QUARTO
*

Seria preciso esquecer os que não respiram
agora
e resguardar o tom de voz que chega
quando o dia engana aberto e claro
nesta carne que espia por entre as nossas roupas
e é por isso que falta um rosto
aos que esfriam os telhados
e vendem cerveja antes do jogo
porque não somos senão
este teatro de casa própria
com seu vento redondo
sob a cortina do quarto
*
Seria preciso concordar com a gasolina
agora
e com o merecimento dos que merecem
seria preciso que alguém nos convencesse
da inutilidade dos insetos
enquanto dentro do fogão
trabalha o gás e fora dele a boca
contra a fome
e pelos canos e fios corre o conforto
e é por isso que confiamos
na beleza redonda deste vento
sob a cortina do quarto
*
Seria preciso assassinar os bairros feios
agora
e repintar de riso e tênis brancos
os cartões-postais
como seria preciso um guarda em cada esquina
para acreditarmos (mas acreditarmos mesmo)
que só é pessoa quem se veste
e come como pessoa
isso quando nossa cabeça
é só a cabeça que tem razão
e é pra alívio dela que este vento se redonda
sob a cortina do quarto
*
Seria preciso fincar o corpo neste telefone
autossuficiente agora
e evitar o que se soma e o que se debita
de uma cebola que nasceu antes da casca
somos o presente e compramos o que escolhemos
(embora da cesta que uma firma remota escolheu
para o livre-arbítrio de quem escolhe)
porque no fundo não há mesmo mundo
senão a nossa foto e o comentário de quem nos segue
pois que somos como aquele vento
e seu instante redondo
sob a cortina do quarto

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AUDIO-2021-05-19-11-50-03 – Altair

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* Fotografia: Leonardo Sessegolo
** Altair Martins (Porto Alegre, 1975). Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) — ênfase em tradução de língua francesa —, mestre e doutor em Literatura Brasileira na mesma universidade. Ministrou a disciplina de Conto no curso superior de Formação de Escritores da UNISINOS entre 2007 e 2010. É professor da Faculdade de Letras e de Escrita Criativa da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), atuando no Programa de Pós-graduação. Coordena o projeto de pesquisa O fantástico em tradução. Tem textos publicados em Portugal, na Itália, França, Argentina, no Uruguai, na Espanha, Hungria, em Luxemburgo e nos Estados Unidos. Ganhou, entre outros prêmios, o São Paulo de Literatura (2009, com o romance A parede no escuro) e o Moacyr Scliar (2012, com os contos do Enquanto água). A peça teatral Hospital-Bazar (Porto Alegre: EdiPucrs, 2019), o romance Os donos do inverno (Porto Alegre: Não editora, 2019) e Labirinto com linha de pesca (Porto Alegre: Diadorim Editora, 2021) são suas últimas publicações. Ministrante, desde 2019, da disciplina Oficina de Poesia na especialização Lato Sensu em Escrita Criativa Unicap/PUCRS (2019.2). Contatos: altairt.martins@pucrs.br; www.altairmartins.com.br

“Breve como tudo”* | Gisela Rodriguez**

AUDIO-2021-05-27-16-38-28 – Gisela

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** Gisela Rodriguez (Porto Alegre/RS) é formada em Teatro na Faculdade CAL de Artes Cênicas do Rio de Janeiro; Extensão em Cinema na PUCRS; Expressão Corporal “Physical Approach” na City Lit (Londres); Roteiro para Cinema e Televisão AlCtv – Academia Internacional de Cinema e TV(RJ). Diretora, atriz e roteirista do Grupo Nômade de Teatro Ritual. Foi vocalista da banda punk psicodélica Projeto Uivo, fazendo shows durante sete anos pela capital e interior do RS. Autora do romance Entre a neve e o deserto (Ed. Libretos). Autora do livro de poemas e fotografias Desordem, financiado pelo edital FUMPROARTE. Mestre e doutoranda em Escrita Criativa na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Faz parte do curso on-line Os mundos de dentro dos Estudos em Escrita Criativa 2021. Contato: gicarodriguez@yahoo.com.br