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Índex* – Janeiro, 2021

Cantar a vida,

Chorar a morte,

Numa ilusão perdida,

Na descrença da sorte.

Esta vida não é escolhida,

É uma viagem sem passaporte,

Sem rumo e indefinida,

Até que a morte nos transporte.

Aí teremos a certeza

Do infinito e sua beleza,

De um bem que nos conforte.

(“Vida e morte” em Memórias de tio Bá. Aldemar Torres Filho. Apresentação: Patricia Tenório. Arte gráfica: Jaíne Cintra. Recife-PE: Edição do autor, 2012)

Do pó

Vieste

Ao pó

Voltaste

Mas para sempre

Habitas

Os nossos corações

*

Nos teus

Versos

Risos

Na tua

Alma

De poeta

*

Cantando

A musa

Renilda

Encantando

A todos

Com o teu

Pó de

Estrelas

(“As eternas memórias do tio Bá”, Patricia Gonçalves Tenório, 20/01/2021, 17h)

Partidas e chegadas no Índex de Janeiro, 2021 do blog de Patricia Gonçalves Tenório.

EECs 2021 | Os mundos de dentro | Osman Lins (PE – Brasil) – escritor convidado Adriano Portela (PE – Brasil).

Coleção Quarentena | Patricia Gonçalves Tenório (PE – Brasil) com depoimentos de Bernadete Bruto (PE – Brasil), Elba Lins (PB/PE – Brasil) e Raldianny Pereira (PB/PE – Brasil).

Escrita Criativa em mim | Patricia Gonçalves Tenório & Flavia Cosma (Romênia/Canadá), Fernando de Mendonça (SP/PE/SE – Brasil), Maria do Carmo Nino (PE – Brasil).

Poema de Altair Martins (RS – Brasil).

A nota amarela: seguida de “Sobre a escrita – um ensaio à moda de Montaigne” | Gustavo Melo Czekster (RS – Brasil).

Ficção & Crítica | Iaranda Barbosa (PE – Brasil).

O lado que não era visível para quem estava na estrada | Luís Roberto Amabile (SP/RS – Brasil).

Manuela Bertão (Porto – Portugal) recita.

Os continentes de dentro | María Elena Morán (Venezuela/ RS – Brasil).

E os links do mês:

Antonio Aílton (MA – Brasil):

https://osintegrantesdanoite.blogspot.com/2021/01/textual_10.html

Marly Mota (PE – Brasil):

https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2021/01/escritores-artistas-pintores-e-suas-essencialidades.html

Agradeço a atenção e o carinho de sempre, a próxima postagem será em 28 de Fevereiro de 2021, grande abraço e até lá,

Patricia Gonçalves Tenório.

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Index* January, 2021

Singing life,

Crying death,

In a lost illusion,

In disbelief of luck.

This life is not chosen,

It’s a trip without a passport,

Aimless and undefined,

Until death transports us.

Then we will be sure

Of the infinite and its beauty,

A good that will comfort us.

(“Life and death” in Memories of Uncle Bá. Aldemar Torres Filho. Presentation: Patricia Tenório. Graphic art: Jaíne Cintra. Recife-PE: Author’s edition, 2012)

From dust

You came

To dust

You came back

But forever

You live in

Our hearts

*

In your

Verses

Laughs

In your

Soul

Of  poet

*

Singing

Your muse

Renilda

Enchanting

To all

With your

Dust of

Stars

(“Uncle Bá’s Eternal Memories”, Patricia Gonçalves Tenório, 1/20/2021, 5 pm)

Departures and Arrivals in the January Index, 2021 of Patricia Gonçalves Tenório’s blog.

EECs 2021 | The worlds from within | Osman Lins (PE – Brasil) – guest writer Adriano Portela (PE – Brasil).

Quarantine Collection | Patricia Gonçalves Tenório (PE – Brasil) with testimonials from Bernadete Bruto (PE – Brasil), Elba Lins (PB/PE – Brasil) e Raldianny Pereira (PB/PE – Brasil).

Creative Writing in Me | Patricia Gonçalves Tenório & Flavia Cosma (Romania/Canada), Fernando de Mendonça (SP/PE/SE – Brasil), Maria do Carmo Nino (PE – Brasil).

Altair Martins’ poem (RS – Brasil).

The yellow note: followed by “On writing – a Montaigne-style essay” | Gustavo Melo Czekster (RS – Brasil).

Fiction & Criticism | Iaranda Barbosa (PE – Brasil).

The side that was not visible to those on the road | Luís Roberto Amabile (SP/RS – Brasil).

Manuela Bertão (Porto – Portugal) recites.

The continents from within | María Elena Morán (Venezuela / RS – Brasil).

And the links of the month:

Antonio Aílton (MA – Brasil):

https://osintegrantesdanoite.blogspot.com/2021/01/textual_10.html

Marly Mota (PE – Brasil):

https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2021/01/escritores-artistas-pintores-e-suas-essencialidades.html

I thank you for your attention and affection, the next post will be on February 28, 2021, big hug and until then,

Patricia Gonçalves Tenório.

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* Índex foi traduzido (a maior parte) apenas para o inglês por uma questão de extensão do post.

* Index was translated (most of it) into English only as a matter of the extension of the post.

** Uma homenagem aos tão queridos tio Bá (em sua cerimônia de Cinzas, no Jardim do Baobá, Recife, PE – Brasil) e Tarcísio Pereira (grande homem, livreiro, mestre que nos deixou em 26/01/2021). A tribute to the loved ones Uncle Bá (in his Ash ceremony, in Baobab Garden, Recife, PE – Brasil) and Tarcísio Pereira (great man, bookseller, master who left us on 01/26/2021).

EECs 2021 | Os mundos de dentro | Osman Lins

Foram aulas maravilhosas investigando a casa, a vida e a obra do escritor pernambucano, nascido em Vitória do Santo Antão, Osman Lins…

Módulo 1 | Aula 1:

Na aula 1 do módulo 1, vimos o nascimento de Osman Lins, a perda da mãe, a mudança para Recife, França, São Paulo – casas que habitou, e o sentimento de opressão nos contos de Os gestos (ao mesmo tempo acolhimento e fuga das casas); a relação entre a literatura e outras artes – Escher (“Relativity” e “Drawing Hands”) e A origem (de Christopher Nolan, com Leonardo Di Caprio, Elen Page); o conceito de possibilidade de Aristóteles (Poética):

Módulo 1 | Aula 2:

Na aula 2 do módulo 1, vimos o conceito do triplo presente de Agostinho de Hipona em suas Confissões; a análise de contos de Os gestos – técnicas que podemos retirar para a nossa própria escrita; a importância das casas dos escritores e artistas:


Módulo 1 | Aula 3:

E o encontro virtual com um dos maiores conhecedores da obra de Osman Lins, o jornalista, cineasta, diretor de teatro, idealizador da Cobogó das Artes, mestre e doutorando em Teoria da Literatura (UFPE), professor e coordenador da especialização Lato Sensu em Escrita Criativa Unicap/PUCRS Adriano Portela:

https://www.youtube.com/watch?v=dBEmvTzhaQA

O próximo módulo será sobre a casa, a vida e a obra do poeta pernambucano, nascido em Recife, Manuel Bandeira, e contaremos com a participação especial do escritor, poeta e professor de Escrita Criativa Altair Martins. As aulas 1 e 2 irão ao ar respectivamente em 03 e 10/02/2021 e o encontro virtual será em 24/02/2021, a partir das 19h – acompanhem nas redes sociais @estudosemescritacriativa (Instagram e Facebook). Não percam!

Coleção Quarentena* | Patricia Gonçalves Tenório**

Exílio ou Diário depois do fim do mundo

AUDIO Exílio

Setembro

AUDIO Setembro

Poemas de cárcere

AUDIO Poemas

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* Exílio ou Diário depois do fim do mundo, Setembro e
Poemas de cárcere fazem parte da Coleção Quarentena, uma trilogia de não ficção, ficção e poemas escrita durante os primeiros seis meses da pandemia de Covid-19 e que foi imprescindível para a autora expurgar os medos mais profundos, mas também enxergar a beleza que sempre brota nos períodos sombrios da humanidade. A coleção, que foi lançada em dezembro de 2020 aqui no blog, ganha o mundo este final de semana.

** Patricia Gonçalves Tenório é escritora, vinte livros publicados, sendo um deles, A baronesa (2020), em formato vídeopodcast. Recebeu prêmios no Brasil e no exterior por As joaninhas não mentem (2006), Grãos (2007), Como se Ícaro falasse (2012), A menina do olho verde (2016) e pelo conjunto da obra em 2013. Mestre em Teoria da Literatura (UFPE) e doutora em Escrita Criativa (PUCRS), ministra, desde 2016, cursos on-line e presenciais do grupo de Estudos em Escrita Criativa. Contatos: grupodeestudos.escritacriativa@gmail.com e https://www.youtube.com/estudosemescritacriativa  

Escrita Criativa em mim* | Patricia Gonçalves Tenório**

Janeiro, 2021

Capítulo 6 – Os mundos de dentro: residências de artistas e o ambiente acadêmico

            No capítulo 5, investigamos o que o dia a dia em uma editora – a preparação dos originais, a revisão do texto, a editoração do livro – pode acrescentar (e muito) na própria escrita.

            Em 2012, ingressei na Pós-graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na condição de aluna ouvinte. Ao sair da Calibán (2010) e, ao término do espetáculo teatral As joaninhas não mentem (2011), senti novamente o vazio que Clarice Lispector narra em sua última entrevista,[1] como se estivesse falando de dentro de um túmulo.

            E quantas maravilhas encontrei na UFPE: colegas (Antonio Aílton, Fernando de Mendonça, Ricardo Nonato, entre inúmeros), professores (Maria do Carmo Nino, Lourival Holanda, Anco Márcio Vieira, entre tantos) e livros teóricos (Maurice Blanchot, Gaston Bachelard, Erich Auerbach, entre infinitos) – todos altamente queridos e poéticos. Haviam me alertado de o perigo da Teoria engessar a Poesia, de a Crítica paralisar a Ficção. Mas não aconteceu comigo. Ao contrário, a leitura e a escrita teóricos alimentaram mais ainda a minha veia artística, provocaram mais ainda em mim a criação.

            Em 2013, fui convidada para uma residência de artista em Val-David, Québec, Canadá. Conheci a poetisa romena Flavia Cosma através do poeta francês Denis Emorine, que por sua vez me foi apresentado pela poetisa francesa Isabelle Macor-Filarska – a mesma Isabelle do capítulo 2 da presente coluna. Tudo isso de maneira virtual, com exceção de Isabelle – é o que chamo de corrente do bem da Arte. Na residência de artista de Flavia Cosma, poderíamos realizar qualquer tipo de expressão (fotografia, pintura, escrita poética ou ficcional) que desejássemos. Permaneci dez dias na pequena cidade de Val-David, convivendo com os colegas artistas, culminando, coletivamente, no IV Festival Internacional de Val-David, e, em particular, na tradução do poeta argentino Luís Raúl Calvo e o seu A outra obscuridade, além da organização do meu Sans nom/Fără nume,[2] uma coletânea de crônicas, contos e poemas lançada em outubro 2013 na França (Paris) e em maio de 2014 na Romênia (Alba Iulia) – mas essa é uma outra história.

            Acabo de chegar da residência da minha professora e orientadora de mestrado Maria do Carmo Nino. Acabo de conhecer o anexo de sua residência de artista, e me encontrar com o colega-amigo-escritor-professor Fernando de Mendonça. Sim, a Teoria não paralisa a Poesia. Sim, as residências de artistas acolhem com afeto Os mundos de dentro[3] da Escrita Criativa em mim, em você, em todos nós.


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Festival Internacional de Val-David, Québec – Canadá, na residência de artista de Flavia Cosma, maio de 2013.

Futura residência de artista de Maria do Carmo Nino, Aldeia, PE – Brasil e o encontro com Fernando de Mendonça.

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* Coluna publicada mensalmente nos blogs www.veragora.com.br/tesaoliterario e www.patriciatenorio.com.br.      

** Escritora, vinte livros publicados, sendo um em formato vídeo-podcast, mestre em Teoria da Literatura (UFPE) e doutora em Escrita Criativa (PUCRS). Contatos: grupodeestudos.escritacriativa@gmail.com e https://www.youtube.com/estudosemescritacriativa

[1] A última entrevista da autora de A hora da estrela encontra-se em Panorama com Clarice Lispector (1977): https://www.youtube.com/watch?v=ohHP1l2EVnU      

[2] CALVO, Luís Raúl. La Otra Oscuridad. A outra obscuridade. Tradução: Patricia Tenório. Mossoró, RN: Sarau das Letras, 2013, & TENÓRIO, Patricia. Sans nom/Fără nume. Trad. Français: Patricia Tenório et colab. Isabelle Macor-Filarska. Trad. Rom.: Flavia Cosma. Pref.: Christian Tămas. Romania: Ars Longa, 2013.        

[3] Os mundos de dentro é um projeto dos Estudos em Escrita Criativa On-line para 2021. Nele investigamos o processo de escrita em suas residências de escritores do século XX, tais como Osman Lins, Manuel Bandeira, Vinícius de Moraes, Hilda Hilst, e também compartilhamos o processo de criação de escritores contemporâneos, entre eles Adriano Portela, Altair Martins, Fernando de Mendonça, Maria do Carmo Nino. Maiores informações: www.estudosemescritacriativa.com, Instagram e Facebook (@estudosemescritacriativa).         

Poema* de Altair Martins**

35. FALAM OS HOMENS DO FUTURO

— Precisaremos vender a História antes:

lotear a praça e os ossos dos mortos

e calcinar a terra. Pavimentar a seguir os restos e reservar apartamentos de janelas amplas de onde quem possa pagar possa ver o rio e esquecer assim o busto que alguns nomes frequentavam como zinabre sobre o bronze.

Um modo de vender a História é

promovê-la a edifício iluminado.

(Nossa imobiliária oferece donos).

*

— E antes será preciso enterrar a História e deixar que a erva ocupe as frestas e que as flores e os insetos frutifiquem sobre tudo que tiver relevo.

Será quando o cipreste da praça se condensar num resquício de paisagem.

Também enterraremos o casarão em frente ao monumento com o que teve de farda e sussurros de lança, com o que foi de chuva e fogo ao cair da noite.

(Nossa secretaria de educação já converte a História em Geografia, eliminando os pretéritos dos livros da escola primária).

*

— Mas antes será preciso sequestrar a História fotografando o sítio onde estiveram alguns personagens que vendiam charque só para provar que ninguém hoje está vendendo charque.

Depois, vamos decorar os postes da calçada com as bandeiras do partido e inventar parentes e ideologias com que roubar os cavalos de antigamente.

(Nas eleições, já estão escolhidos nossos candidatos que sempre foram candidatos e por isso sempre foram escolhidos).

*

—  E enfim nos restará beber a História com gelo e dançar uma revolução sem entender seu nome nem sua derrota.

Vamos usar as línguas mais heroicas

pra desmaiar sobre a paz do instante,  

rindo do tempo em que aqueles coitados

não tinham aspirina.

E quando acordarmos, uma fumaça espessa

esconderá que não temos fala nem fisionomia.

(Sob um sol inteiro, nossas farmácias acenam com promoções as mais interessantes).

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* Poemas postados no Jornal Nova Folha, Guaíba, RS. Fotografia: Valmir Michelon. www.novafolha.com.br/altair-martins

** Altair Martins (Porto Alegre, 1975). Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) — ênfase em tradução de língua francesa —, mestre e doutor em Literatura Brasileira na mesma universidade. Ministrou a disciplina de Conto no curso superior de Formação de Escritores da UNISINOS entre 2007 e 2010. É professor da Faculdade de Letras e de Escrita Criativa da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), atuando no Programa de Pós-graduação. Coordena o projeto de pesquisa O fantástico em tradução. Tem textos publicados em Portugal, na Itália, França, Argentina, no Uruguai, na Espanha, Hungria, em Luxemburgo e nos Estados Unidos. Ganhou, entre outros prêmios, o São Paulo de Literatura (2009, com o romance A parede no escuro) e o Moacyr Scliar (2012, com os contos do Enquanto água). A peça teatral Hospital-Bazar (Porto Alegre: EdiPucrs, 2019) e o romance Os donos do inverno (Porto Alegre: Não editora, 2019) são suas últimas publicações. Ministrante, em setembro de 2019, da disciplina Oficina de Poesia na primeira turma de especialização Lato Sensu em Escrita Criativa Unicap/PUCRS (2019.2). Contatos: altairt.martins@pucrs.br; www.altairmartins.com.br

A nota amarela : seguida de “Sobre a escrita – um ensaio à moda de Montaigne”* | Gustavo Melo Czekster**

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* A nota amarela: seguida de “Sobre a escrita – um ensaio à moda de Montaigne”. Gustavo Melo Czekster. Porto Alegre, RS: Zouk, 2021.

** Gustavo Melo Czekster (Porto Alegre/RS, 1976) é mestre em Letras, área da Literatura Comparada, pelo Instituto de Letras da UFRGS e doutor em Escrita Criativa pela PUCRS. É autor dos livros de contos O homem despedaçado, lançado em 2011 pela Editora Dublinense, e Não há amanhã (vencedor do Prêmio Açorianos de Melhor Livro de Contos de 2017, do Prêmio de Melhor Livro de Contos de 2017 e de Melhor Livro do Ano, ambos concedidos pela AGES – Associação Gaúcha de Escritores, do Prêmio Minuano e finalista do Jabuti de Literatura 2018), lançado em 2017 pela Editora Zouk. Contato: gusczekster@gmail.com

Ficção & Crítica* | Iaranda Barbosa**

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* Salomé. Iaranda Barbosa. 1. ed. Recife: Selo Mirada, 2020 & Horizontes de La Escalera: A presença do modo fantástico na poesia latino-americana. Iaranda Jurema Ferreira Barbosa. Orientador: Alfredo Adolfo Cordiviola. Recife: UFPE, 2020.

** Iaranda Barbosa é crítica literária, escritora e professora formada em Licenciatura Português-Espanhol pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui mestrado e doutorado em Teoria da Literatura, pela mesma instituição. Salomé é a sua primeira novela publicada, porém outros textos ficcionais e teóricos podem ser encontrados em periódicos especializados e em antologias.

O lado que não era visível para quem estava na estrada* | Luís Roberto Amabile**

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* O lado que não era visível para quem estava na estrada. Luís Roberto Amabile. Porto Alegre, RS: Zouk, 2020.

** Luís Roberto Amabile (Assis/SP, 1977) é professor de Escrita Criativa e Teoria Literária na PUCRS. É autor de O amor é um lugar estranho (Grua, 2012, finalista do Prêmio Açorianos) e O livro dos cachorros (Patuá, 2015, vencedor da chamada de publicação do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul). Também colaborou com Luiz Antonio de Assis Brasil em Escrever ficção, que a Companhia das Letras lançou em 2019. Contato: luisrobertoamabile@gmail.com

Manuela Bertão* recita

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Manuela Bertão recita 1:

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Manuela Bertão recita 2:

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* Manuela Bertão vive na cidade do Porto, Portugal. Ela é uma das amizades da corrente do bem na Arte que mencionei no post Escrita Criativa em mim: nunca nos conhecemos pessoalmente.

Os continentes de dentro* | María Elena Morán**

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* Os continentes de dentro. María Elena Morán. Porto Alegre, RS: Zouk, 2021.

** María Elena Morán Atencio nasceu em Maracaibo, Venezuela, em 1985. Formada em Roteiro na EICTV, Cuba, e em Comunicação Social na Venezuela, é mestre e atualmente cursa o doutorado em Escrita Criativa, na PUCRS. Autora do livro Misceláneas del Desamparo, tem contos publicados em antologias e revistas. Entre seus curtametragens como roteirista destacam-se Honor al Mérito, Cebú e Estela, selecionados e premiados em diversos festivais internacionais. É corroteirista do longa-metragem Livramento, em desenvolvimento. Hoje trabalha como roteirista de cinema e TV e ministra oficinas de roteiro como a Criativas, em Porto Alegre/RS. Contato: marielenamoran@gmail.com