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Índex * – Novembro, 2020

Costuro

O poema

Como quem sabe

O que é vestir

A pura seda

Dos versos de

Gullar

Cozinho

O poema

Feito o café bom

De Bandeira

Os sequilhos

De Quintana

O pão de queijo

De Drummond

O doce de leite

De Moraes

Antes

Que a tarde

Me deite

Nua

Sobre as

Folhagens

De palavras

Que brotam

Durante a minha

Leitura

(“Os amantes”, Patricia Gonçalves Tenório, 06/11/2020, 11h57)

O Amor Perfeito à Poesia, à Literatura, à Escrita Criativa no Índex de Novembro de 2020 no blog de Patricia Gonçalves Tenório.

Encontro de Poesia 51 | Edição de Aniversário | Patricia Gonçalves Tenório (PE – Brasil) & Divers@s.

Coleção Quarentena | Depoimentos | Bernadete Bruto (PE – Brasil), Elba Lins (PB/PE – Brasil) & Raldianny Pereira (PE – Brasil).

Escrita Criativa em mim | Capítulo 4 – Os concursos literários | Patricia Gonçalves Tenório.

Poema de Altair Martins (RS – Brasil).

Amaro Nervo por Manuela Bertão (Porto – Portugal).

A poesia de Raquel Carrilho (PE – Brasil).

Poema de Rizolete Fernandes (RN – Brasil).

E os links do mês:

Ave Palavra, de Bernadete Bruto, com Patricia Tenório: https://open.spotify.com/episode/6753c80IqeScWXvcsWiuEZ

Bernardo Bueno (RS – Brasil) e a pré-venda da Antologia Quatro de Escrita Criativa da PUCRS:
https://www.bestiario.com.br/livros/escrita_criativa_4.html

Bruno Tenório de Oliveira e Silva (PE – Brasil) e o zumbido:
https://www.instagram.com/p/CHiO3SYL7bM/?igshid=m9foc9lxumnc

Folhinha Poética por Jorge Amaral de Oliveira (CE – Brasil): http://folhinhapoetica.blogspot.com/2020/11/10nov20-patricia-goncalves-tenorio.html#.X6x2Z8hKjIU

Excepcionalmente, antecipamos a News de Novembro, 2020. A próxima postagem será em 22 de Dezembro de 2020. Agradeço a atenção e o carinho de sempre, abraço bem grande e até lá,

Patricia Gonçalves Tenório.

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Index* – November, 2020

I sew

The poem

As who knows

What is dressing

The pure silk

From the verses of

Gullar

*

I cook

The poem

As the good coffee

From Bandeira

The sequels

From Quintana

The cheese bread

From Drummond

The milk candy

From Moraes

Before

That afternoon

Lay me down

Naked

About the

Foliage

Of words

That sprout

During my

Reading

(“The lovers”, Patricia Gonçalves Tenório, 11/06/2020, 11h57 a.m.)

The Perfect Love of Poetry, Literature, Creative Writing in the November, 2020 Index on Patricia Gonçalves Tenório’s blog.

Poetry Meeting 51 | Anniversary Edition | Patricia Gonçalves Tenório (PE – Brasil) & Several.

Quarantine Collection | Testimonials | Bernadete Bruto (PE – Brasil), Elba Lins (PB/PE – Brasil) & Raldianny Pereira (PE – Brasil).

Creative Writing in Me | Chapter 4 – Literary contests | Patricia Gonçalves Tenório.

Altair Martins’ Poem (RS – Brasil).

Amaro Nervo by Manuela Bertão (Porto – Portugal).

The poetry of Raquel Carrilho (PE – Brasil).

Poem by Rizolete Fernandes (RN – Brasil).

And the links of the month:

Ave Word, from Bernadete Bruto, with Patricia Tenório: https://open.spotify.com/episode/6753c80IqeScWXvcsWiuEZ

Bernardo Bueno (RS – Brasil) and the pre-sale of the Anthology Four of Creative Writing by PUCRS:
https://www.bestiario.com.br/livros/escrita_criativa_4.html

Bruno Tenório de Oliveira e Silva (PE – Brasil) and the buzz:
https://www.instagram.com/p/CHiO3SYL7bM/?igshid=m9foc9lxumnc

Poetic Leaflet by Jorge Amaral de Oliveira (CE – Brasil): http://folhinhapoetica.blogspot.com/2020/11/10nov20-patricia-goncalves-tenorio.html#.X6x2Z8hKjIU

Exceptionally, we anticipate the News of November, 2020. The next post will be on December 22, 2020. I thank you for your attention and affection always, a big hug and until then,

Patricia Gonçalves Tenório.

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* Índex foi traduzido (a maior parte) apenas para o inglês por uma
questão de extensão do post.

* Index was translated (most of it) into English only as a matter of the extension of the post.

** Os amantes perfeitos sobre a mesa. The perfect lovers over the table.

Encontro de Poesia 51 | Edição de Aniversário

Essa máquina

De sonhos

Que é o

Meu coração

Bombeia

Há 51 anos

Versos

Frases

Para quem

Der e

Vier

*

Mais perto

No riscar

Da letra

Preta

No papel

Em branco

*

Como se fossem

Poemas

Assim

Soltos

Como se fossem

Histórias de sorrir e de chorar

Como se eu fosse

*

Eterna

Verso

Prosa

Real

E ficção

*

Do tamanho

Do punho

Dessa mão

Que te escreve

(“Máquina de sonhos”, Patricia Gonçalves Tenório, 21/11/1969, 08h)

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Foi um encontro maravilhoso o de ontem!

Gratidão infinita pela participação e pelos presentes poéticos e compartilho por aqui o nosso Encontro de Poesia em comemoração ao meu aniversário de 51 anos!

https://us02web.zoom.us/rec/share/6tjtwNyvqOXgimrxtb9npGseTrwqxQnTUNAHyg_RY125-x7H21BIINMhFc3iKRGq.Tkz8-C4T5EKdjhD4 

(Senha de acesso: pFZ^h823)

Abraços do tamanho dos nossos sonhos e até breve!

Patricia.

Coleção Quarentena | Depoimentos

Em 22 de dezembro de 2020, lançaremos a Coleção Quarentena aqui no blog. É uma trilogia de ficção, poemas e não ficção escrita por Patricia Gonçalves Tenório durante os primeiros seis meses da pandemia de Covid-19 e que foi imprescindível para a autora expurgar os medos mais profundos, mas também enxergar a beleza que sempre brota nos períodos sombrios da humanidade.

Patricia convidou três amigas-irmãs de Poesia para darem os seus depoimentos a partir da leitura dos livros. Com vocês, Bernadete Bruto, Elba Lins & Raldianny Pereira!

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Exílio ou Diário depois do fim do mundo

Patricia Tenório descortina cada detalhe da experiência particular, perante o momento histórico, ao produzir Exílio ou Diário depois do fim do mundo. Por meio do relato diário, os dias são computados em ordem numérica e os acontecimentos exibidos por uma escrita cuidadosa e poética. Assim, confidencia-nos momentos de medo, incertezas, alegrias, tristezas, esperança, poesia e aprendizagem, na tentativa de abarcar os sentimentos que emergem no isolamento imposto. Ao transformar em livro o diário, entregando ao público a experiência pessoal, não só tem um gesto de coragem, mas, também, de amor à vida.

Recife, 13 de outubro de 2020

Bernadete Bruto

O Diário de Patricia não é apenas um espelho onde nos vemos a nós próprios e ao mundo inteiro neste período de pandemia. É uma lupa que amplia as nossas dificuldades, nossos problemas e que abre nossos olhos para as várias realidades – seja a nossa, a do outro ou a do planeta. O Diário nos leva a muitas reflexões sobre a vida, os relacionamentos, a fé, as amizades, os interesses individuais. É uma fotografia ampliada do que nós todos vivenciamos – “cada um na sua cela”.  O Exílio nos leva também por uma viagem mágica pelo mundo da literatura, das teorias sobre a escrita, dos filmes.  Sua leitura vai se tornando um prazer e confirmando que ela cria mundos – mesmo que estejamos presos em um único lugar.

Elba Lins

2020 nos deu uma rasteira. E, no isolamento social, desterro, Exílio em que, tal como no golpe de capoeira, vimos nossos pés perderem o chão e a Terra virar de cabeça para baixo depois do fim do mundo, Patricia traz para seu convívio mais íntimo seus amores e trava com eles diálogo diário e profundo. Assim nos permite partilhar seus sentimentos, mais que pensamentos, com seus parceiros da vida inteira, os livros, e neles, seus autores e autoras, amigos fiéis. Além disso, quiçá defrontando-se mais que nunca com a fragilidade e finitude da vida humana, revisita e conversa com a própria obra como que a perguntar: que tesouro é esse da vida que me ultrapassa? Será descoberto? Mais, será desvendado? Servirá para alguém? Faria o mundo melhor?

Recife, 15 de outubro de 2020

Raldianny Pereira

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Poemas de cárcere

Patricia rabisca lírico diário                   

No silencioso papel em branco                      

Cintilantes esperanças                       

Despontam em poemas matutinos       

Como belos meninos: a temperança            

Perante a escuridão do momento                          

No cárcere do isolamento                 

Uma poética da resistência                      

Recife, 13 de outubro de 2020

Bernadete Bruto

Aprisionada entre paredes físicas pelo medo de um inimigo invisível, Patricia resiste e através da escrita encontra a chave que abre as portas da prisão – “O vírus/ Imobilizou o mundo/ Inteiro/ Mas não imobilizou/ A minha mão”. Assim, vai entrando num ritmo próprio e vendo o mundo com novo olhar, que a leva do medo à esperança; do exílio ao encontro final – “O amor/ Será um laço/ Atado pela distância/ Que nos separa (…) E o teu olhar/ Ah, o teu olhar/ Já me conhecendo inteira/ Depois do fim do mundo”. Ou que ainda fala de uma nova rotina que nos invade a todos, o que nos leva à compreensão do outro – “Estão/ Em minhas mãos/ Os calos nodosos/ As cicatrizes/ De acidentes domésticos/ Quando reaprendo/ A ser feliz”.

Elba Lins

Enquanto Patricia conta os dias de aprisionamento, poemas continuam brotando, a baronesa crescendo, o diário chega às 154 páginas e o isolamento ainda as ultrapassa em muito. A grande esperança pós-pandemia: as relações mudarão e agiremos segundo “e se fosse comigo?”. Depois do conforto da solidão da escrita na solidão imposta pela pandemia, o pânico com a iminente reabertura do mundo. O que será de nozes 2. O que será que será à flor da Terra. O dia nasceu com Poemas de cárcere, “Que um dia / Terei / Descanso / O silêncio / Invadirá / Os meus cantos / Mais profundos / E serei feliz”.

Recife, 16 de outubro de 2020

Raldianny Pereira

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Setembro chega em forma de canção, envolvendo-nos em entrecortada narrativa atemporal na qual distinguimos a própria essência. Embora ficcional, a descrição é demasiadamente humana, causando uma inevitável identificação durante a leitura.  Não tem como não se deixar conduzir pelo ritmo da história. A voz narrativa infantojuvenil nos faz reconhecer angústias e anseios perante a vida, tão comum a tantos. É uma novela delicada, impregnada de afetos, que findamos a leitura com o coração em esperançoso acalanto a cantar: “Quando entrar setembro…”.

Recife, 14 de outubro de 2020

Bernadete Bruto

Inspirada ora em histórias reais ora em situações imaginárias, Patricia constrói uma narrativa de tempos de pandemia – que poderia estar acontecendo agora, com você, com seus filhos, com seus pais ou seus vizinhos. A partir de possibilidades vislumbradas, ela tece uma teia de encontros, desencontros, descobertas, perdas, paixões e despedidas. Surpreendemo-nos e nos assustamos, pois todas essas coisas podem ocorrer em dias normais, mas são amplificadas em tempos de solidão, envolvendo a todos num turbilhão sem controle.

Elba Lins

Setembro traz o tema da desintegração familiar que a pandemia provocou na ficção e, não raro, na não ficção. Além disso, Patricia evidencia a realidade da mulher usualmente colocada no centro das grandes responsabilidades domésticas na quase inabalável estrutura das relações familiares que atravessa séculos, notadamente na cultura patriarcal do Brasil. A novela fala sobre o abandono de menores, mas também sobre o que “no fim das contas, somos: todos seres carentes de afeto, de atenção, e o isolamento exacerba tudo isso”.

Recife, 21 de outubro de 2020

Raldianny Pereira

Escrita Criativa em mim* | Patricia Gonçalves Tenório**

Novembro, 2020

Capítulo 4 – Os concursos literários

            Foram derrubados os muros da cidade, o Muro Alto não existia mais.

Plantaram jardins conjuntos, escreveram livros para uns aos outros ler. Era

bom aquele começo, com a esperança no coração.

(“A cidade universitária” em A menina do olho verde, 2016)

*

No capítulo 3 de Escrita Criativa em mim, avisei da importância dos concursos literários.

Participar de concursos literários nos dá um norte, nos orienta para o olhar do outro, do que percebem em nossos textos, em nossa escrita. Quais os caminhos para melhor percorrer, mesmo que eles sejam “longos, perigosos, tortuosos”, como dizia Ariana na fábula de 2006 As joaninhas não mentem.

Mas é preciso ter cuidado para não encobrir a própria voz. Em 2015, participei de um concurso nacional com outra fábula, A menina do olho verde. Os personagens foram considerados mal construídos e, com isso, não venci o concurso. Porém, eu acreditava na minha história. Acreditava na voz de Manuela, a menina do olho verde e a publiquei em 2016. Em 2017, inscrevi o livro em um concurso internacional, o mesmo que As joaninhas não mentem venceu, em 2008, na categoria de melhor romance estrangeiro: o concurso da Accademia Internazionale Il Convivio, na Sicília, Itália. Recebi o Primo Premio Assoluto com a história de Manuela, Pedro, Letícia e Jonatas.



Recebendo de Ângelo Manitta o Primo Premio Assoluto da Accademia Internazionale Il Convivio (Sicília, Itália) por A menina do olho verde.

A leitura do outro é imprescindível para a Literatura, a Poesia acontecer. Mas o mais importante é acreditar na própria voz, na própria mão que se debruça no papel em branco e derruba os muros do espaço entre quem escreve e quem lê, na insistente, persistente, para sempre Escrita Criativa em mim.


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* Coluna publicada mensalmente nos blogs www.veragora.com.br/tesaoliterario e www.patriciatenorio.com.br.      

** Escritora, dezessete livros publicados, sendo um em formato vídeo-podcast, e mais três no prelo, mestre em Teoria da Literatura (UFPE) e doutora em Escrita Criativa (PUCRS). Contatos: grupodeestudos.escritacriativa@gmail.com e https://www.youtube.com/estudosemescritacriativa     

Poema* de Altair Martins**

26. SOBRE UM CÃO NUMA ESTRADA DO SONHO*

No que dormi, apenas uma estrada de terra pela qual desce um cão e tantas coisas a dizer:

que vejo que perco a minha mão direita,

que olho o fim do braço até uma forma que chora até um vão onde dedos antigos se mexiam e desaparecem do espaço, dos retratos, mas ainda não do desconforto.

*

E logo a estrada e o cão me caminham

e a luz que vence os eucaliptos em fila

e desinfecta os desastres de cada passo

pergunta se acredito

e assim me perco entre a letra cursiva

e o que serei sem a mão direita.

Não acredito e não tenho orgulho.

*

Porque sei que a desconfiança acerca da estrada advém do que dela narram e de um cão que pode ser perigoso.

Mas nisso que é sonho e névoa,

me cheiro de coisa repetida que tanto enjoa.

Sou eu no cão na estrada e me vejo

na curva que se deita e dorme leve

com a esperança de que darei certo amanhã mesmo sem a mão crente que fecha as cortinas.

*

A estrada de chão e o cão: sou feito dessas margens que se seguram, que esperam que eu volte, esperam que eu chegue, pela frente, já aos lados, sem nenhuma desconfiança dos campos de soja.

O gosto de terra molhada na boca

ficará vestígio depois que grãos maiores rasparem o que será garganta e a mesa do escritório calar que eu sente.

*

Mas antes estarei sozinho sobre a cama,

e o tecido que as fronteiras do olho trouxerem se costurarão hoje numa roupa feita à medida para o dia de agora.

*

Sobre a estrada sobre o cão vai chover naquela noite de sonho.

Em qual das mãos a água cairá em mim?

Em qual discussão do ouvido

latirá o que vem com o sol depois

quando os eucaliptos soltarem sob a casca o cheiro de coisa imatura?

*

Sim, cão, nos faltará uma fé qualquer perdida para aceitar que matamos desarmados, que matamos dormindo e que a minoria é matematicamente maior.

Sem fé em ti, estrada de sonho,

não haverá mãos pretas que cortaram cana, não haverá mãos virgens que seguraram nojo, nem homens que enriqueceram a partir dos bens da família rica.

*

Mas não tenho fé sequer nesta minha mão direita:

está aqui sobre a mesa e ainda não a encontro.

Será preciso ensinar a esquerda a rezar pela irmã desaparecida, a ter destreza e assinar logo e sem questionamentos o que sempre é necessário.

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* Poemas postados no Jornal Nova Folha, Guaíba, RS. Fotografia: Valmir Michelon. www.novafolha.com.br/altair-martins

** Altair Martins (Porto Alegre, 1975). Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) — ênfase em tradução de língua francesa —, mestre e doutor em Literatura Brasileira na mesma universidade. Ministrou a disciplina de Conto no curso superior de Formação de Escritores da UNISINOS entre 2007 e 2010. É professor da Faculdade de Letras e de Escrita Criativa da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), atuando no Programa de Pós-graduação. Coordena o projeto de pesquisa O fantástico em tradução. Tem textos publicados em Portugal, na Itália, França, Argentina, no Uruguai, na Espanha, Hungria, em Luxemburgo e nos Estados Unidos. Ganhou, entre outros prêmios, o São Paulo de Literatura (2009, com o romance A parede no escuro) e o Moacyr Scliar (2012, com os contos do Enquanto água). A peça teatral Hospital-Bazar (Porto Alegre: EdiPucrs, 2019) e o romance Os donos do inverno (Porto Alegre: Não editora, 2019) são suas últimas publicações. Ministrante, em setembro de 2019, da disciplina Oficina de Poesia na primeira turma de especialização Lato Sensu em Escrita Criativa Unicap/PUCRS (2019.2). Contatos: altairt.martins@pucrs.br; www.altairmartins.com.br

Amaro Nervo por Manuela Bertão*

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* Manuela Bertão é uma exímia leitora do outro lado do Oceano Atlântico, na cidade do Porto, Portugal. 

A poesia de Rachel Carrilho

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* Rachel Carrilho é Destaque Literário de Novembro, 2020 da Cultura Nordestina, um projeto de Bernadete Bruto, Taciana Valença e Salete do Rêgo Barros.

Poema de Rizolete Fernandes