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Aviso sobre as postagens no blog de Patricia Tenório

Caríssimos e caríssimas,

            Após 01 ano e meio, com mais de 200 posts e 160 comentários, por motivo de viagens e estudo, precisarei espaçar as postagens para serem mensais ao invés de semanais. A próxima postagem será dia 25 de Março de 2012.

            Agradeço a atenção, o carinho e amizade de todos e todas, 

Patricia Tenório.

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Notice on the blog posts of Patricia Tenorio

Dears,

             After 01 year and a half, with over 200 posts and 160 comments, due to travel and study, I need to space the posts to be monthly instead of weekly. The next post will be on March 25, 2012.

             I appreciate the attention, affection and friendship of all people, 

Patricia Tenorio.

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Avis sur les posts dans le blog de Patricia Tenorio

Chers et chères,

             Après 01 année et demie, avec plus de 200 postes et 160 commentaires, en raison de voyager et d’étudier, j’ai besoin de l’espace des postes à être mensuelle au lieu de l’hebdomadaire. Le prochain post sera le 25 Mars 2012.

             J’apprécie l’attention, l’affection et l’amitié de toutes les personnes,

Patricia Tenorio.

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Avviso sui posts nel blog di Patricia Tenorio

Cari e care,

             Dopo 01 anno e mezzo, con oltre 200 post e 160 commenti, a causa di viaggiare e studiare, ho bisogno di spazio ai posti da mensile anziché settimanale. Il prossimo post sarà il 25 marzo 2012.

             Apprezzo l’attenzione, l’affetto e l’amicizia di tutte le persone,

Patricia Tenorio.

O jogo das contas de vidro, de Herman Hesse | Uma leitura de Patricia Tenório

04/02/12

           

            Em O escritor e sua missão,[1] Thomas Mann nos apresenta O jogo das contas de vidro[2] como um livro-irmão de seu Doutor Fausto, por falar sobre a música, a paixão pela música e o aprendizado.

            Uma das coisas mais fascinantes na leitura são essas setas, essas indicações de outras leituras que vão formando uma rede consistente de conhecimento, que serve como base, estrutura à aprendizagem duradoura.

            O jogo das contas de vidro fala dessa rede, da consolidação contínua, à medida que o narrador descreve (e escreve) sobre a biografia de José Servo, um homem de extraordinária inteligência e, ao mesmo tempo, humildade.

            O livro é dividido em duas partes: a primeira, narra a biografia do Magister Ludi Josephus III, José Servo;  na segunda, encontramos poemas e contos póstumos de sua autoria. Hermann Hesse cria um mundo inteiramente novo, Castália, no longínquo século XXIII. Nesse mundo, como numa espécie de instituição religiosa sem religião, os homens vivem a experiência da aprendizagem constante, do estudo contínuo, preparando-se para o auge, o centro, em que toda a sociedade castaliana orbita: o Jogo de Avelórios.

            Interessante notar nessa utopia que, apesar do mundo profano e cruel que existe fora das suas fronteiras, vamos sendo convidados, através das inquietações e pureza do personagem José Servo, a compreender nossa própria fraqueza, a termos compaixão de nós mesmos e, principalmente, a vermos que ainda existe salvação para o ser humano. José possui o dom para o Jogo de Avelórios e é acolhido pelo Mestre da Música, que o orienta no seu desenvolvimento, o auxilia a desviar-se do engano durante o período de formação e é extremamente respeitado e obedecido pelo pupilo.

            Um ponto no livro me chama a atenção: a relação de aprendizagem. No francês, o verbo “apprendre” reúne os conceitos de “aprender, estudar”, mas também “instruir, ensinar”. Belíssima noção de humildade esta, na qual ao ensinar o mestre aprende, a relação de aprendizagem como uma via dupla, que se retroalimenta, se dá e se recebe. Pouquíssimos são os mestres que, a meu ver, conseguem atingir esse desprendimento, o se despojar do orgulho de que sabe mais do que seu aluno. Ninguém sabe mais do que ninguém. O simples analfabeto às vezes possui maior sabedoria do que um prepotente catedrático.

            É o que se resume no nome de José Servo. Servo para obedecer às ordens dos mestres, à hierarquia de Castália, à missão como Magister Ludi do Jogo de Avelórios, o jogo das contas de vidro. Mas, principalmente – e nisso enxergo o clímax do romance –, Servo para obedecer à sua coerência, ao que pulsa de maneira mais forte, ao que, graças ao contínuo aprendizado de si, das suas potencialidades e vocação, foi se descortinando, se esclarecendo, transparecendo. E, como diante de um espelho onde não se pode negar o que se vê, Servo vai escolhendo a si mesmo, num egoísmo sadio que, antes de mais nada, é coerência, galgando os degraus da sua própria evolução, indo ao encontro do que realmente é: a essência.

            Com O jogo das contas de vidro, Hermann Hesse atinge a maturidade literária (e ganha  o Prêmio Nobel de Literatura). Mas, acima de tudo, atinge o auge da sua missão de ser humano, compassivo, livre, sábio.  Doou-se por inteiro, sem deixar nada para si, se entregou.

            E não seria o amor o mais elevado dos sentimentos?

 

DEGRAUS[3]

Assim como as flores murchas e a juventude

Dão lugar à velhice, assim floresce

Cada período de vida, e a sabedoria e a virtude,

Cada um a seu tempo, pois não podem

Durar eternamente. O coração

A cada chamado da vida deve estar

Pronto para a partida e um novo início,

Para corajosamente e sem tristeza

Entregar-se a outros, novos compromissos.

Em todo começo reside um encanto

Que nos protege e ajuda a viver.

 

Os espaços, um a um, devíamos

Com jovialidade percorrer,

Sem nos deixar prender a nenhum deles

Qual uma pátria;

O Espírito Universal não quer atar-nos

Nem nos quer encerrar por degrau, nos ampliando o ser.

Se nos sentimos bem aclimatados

Num círculo de vida e habituados,

Nos ameaça o sono; e só quem de contínuo

Está pronto a partir e a viajar

Se furtará à paralisação do costumeiro.

 

Mesmo a hora da morte talvez nos envie

Novos espaços recenados

O apelo da vida que nos chama não tem fim…

Sus, coração, despede-te e haure saúde!

 

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(1) O escritor e sua missão, Thomas Mann, Editora Zahar, p. 140: “Há coisas dele – por que não deveria dizê-lo? – como o “Badegast” e mesmo alguns trechos no Jogo das contas de vidro, principalmente a longa introdução, que eu leio e sinto “como se fossem um pedaço de mim”.

(2) O jogo das contas de vidro, Hermann Hesse, Editora BestBolso.

(3) O jogo das contas de vidro, Hermann Hesse, Editora BestBolso, pp. 531-532.

Revisão Ortográfica: Ana Lucia Gusmão e Sandra Freitas

Ana Lucia Gusmão cursou Comunicação Social, com ênfase em Jornalismo, na PUC do Rio de Janeiro. Alguns anos depois, fez pós-graduação em Língua Portuguesa e há cerca de 10 anos entrou para a área editorial, fazendo revisão e copydesk para várias editoras cariocas. Contato: algcm.machado@gmail.com

Sandra Freitas é formada em jornalismo pela PUC/RJ. Trabalhou sempre como redatora e revisora em jornais e agências de publicidade do Rio e da Bahia, onde morou durante muitos anos. De volta ao Rio, especializou-se em Língua Portuguesa pela Faculdade de São Bento e trabalha desde então para revistas e editoras cariocas. Contato: sandracolodetti@gmail.com

Trois poèmes* de Wojciech Cichon** | Traduction de Isabelle Macor-Filarska***

  

[et la vie suit son cours] 

  

j’apprécie le mieux la ville où le seul mètre o 

est celui que l’on prend 

en petits groupes par la porte de l’âge adulte, porte décorée de publicités 

de fleurs et de chuchotements pour dire nos motivations 

comment se préparer au combat, avancer sur le chemin de l’autocréation 

comment se faire accepter, se faire reconnaître 

ici il n’y a pas le temps pour ceux qui sont branchés par télépathie au tiers monde 

pour  qui c’est la énième année de confrontation avec l’éclatante stérilité de leurs propres sermons 

la vérité en vérité à peine invisible, vérité en vérité à peine inaperçue 

pose adroitement sur nos yeux l’image rachitique du soleil qui s’éteint sous nos yeux 

prose – prose de la vie – 100 pro de leur vivant et combien de pro à près la mort ? 

à propos de la mort – l’argent s’étale mort pour soi-même 

et pour nous  combien vivant, il crie, implore le retour à la vie 

la grande ressuscitation des valeurs sous les yeux du monde entier 

la grande résignation, la grande récitation, la grande…restauration… et dedans deux messieurs qui ont hérité dedans d’une place 

et pour rien au monde ne veulent y renoncer bien qu’ils puissent les vendre avec un bénéfice 

je n’en veux pas, j’ai ma place ailleurs 

tu sais où – je te l’ai dit la dernière fois 

et ne me dis pas que la dernière fois c’était la première fois 

car il y a toujours une première fois 

d’un côté lequel de nous sera le premier à cesser de croire en lui et à semer ses pensées 

sur des feuilles blanches à carreaux 

oh ! ok … tu as gagné … 

  

  

et la vie suit son cours… 

  

malgré le téléphone  qui ne répond pas, 

des grands-mères continuent de sortir leurs petits-enfants en laisse 

laisses ornées de ballons multicolores 

la nuit elles appellent en vain 

elles veulent joindre leur passé 

  

elles aiment me dire  « De là-bas personne n’est jamais revenu ! » 

c’est un fait 

il n’est jamais revenu 

car il n’en avait peut-être pas envie… 

  

à la fin du cahier j’ai trois photos de toi 

l’une du temps de ton éternelle enfance, 

la deuxième du jour où tu m’as quitté pour la deuxième fois 

et la troisième s’est imprimée dans ma mémoire avec indifférence 

la plume à la main, trente-trois minutes après vingt-trois heures, 

je me déplace en rêve sur ta planète 

en bottines, long manteau de troufion, gants de cuir et casquette à la Fidel 

  

au temple on m’a accusé d’être juif 

c’est vrai ! parfois je me sens comme ces millions d’entre eux 

 massacrés par les pieuses gens craignant Dieu pendant la guerre 

 je regarde avec de la peine dans les yeux du passé 

du mien comme du grand – ce passé inévitable 

au sujet duquel parler pour la vingt-deuxième fois peut-être inconfortable 

  

j’attends que tu te réveilles et me  précipites hors de la surface 

de cette planète inexplorée au noyau de ténèbres, de satellites artificiels et au noyau naturel 

qui justement s’est consumé en entrant dans l’orbite de ta taille 

attends … de qui on parle ? 

quel parler peut me convaincre que ça a un sens 

sinon le mien… hein ! 

si on peut présenter tout ce qu’on a construit depuis si longtemps sous la forme d’une combinaison de:  l’habitude, l’autosatisfaction, le hasard, l’égoïsme et le désir 

alors je ne veux pas croire à ça… 

  

c’est pourquoi j’ai laissé mon moi dans une ville étrangère 

j’ai laissé mon moi de passage dans une ville étrangère 

quelque part où personne parmi mes proches ne pourra me trouver 

quelque part où je ne connais pas moi-même le chemin d’aucun hôpital 

au cas où je voudrais à nouveau me tu… 

en cas d’ultime démystification des phénomènes constituant les fondements de ma foi 

dans le tragique irréversible de chacune des secondes qui passent dans un murmure muet 

parmi les volumes des siècles 

  

sur la rive criant vers les fonds les noms des héros je donne la preuve que,  au-delà de ce monde leurs hauts faits ont toujours une signification 

sans toi je n’existe pas au-delà de la feuille 

sans la feuille je n’existe pas au-delà de moi-même 

  

et je ne suis pas mortellement sérieux,  mais… 

sérieusement mortel 

  

  

   

[tu sais comme…] 

   

tu sais comme c’est difficile de condamner à mort un groupe d’enfants qui ne sont pas les nôtres ? 

… 

  

je suis descendu dans une petite voiture, garée au-dessus de mon immeuble 

j’ai regardé à la fenêtre des voisins tandis que je descendais 

les premiers organisaient une séance de diapos de temps immémoriaux 

les autres n’étaient pas là et les troisièmes prononçaient le verdict, 

ils condamnaient leurs enfants pour une année encore à être livrés à eux-mêmes et les journaux locaux en caractères gras annonçaient que chez moi dans 

la zone y a plein de  dégénérés 

c’est déjà le troisième jour de suite que je peux pas joindre mon propre inconscient pour lui faire prendre conscience à quel point est folle l’idée de sacrifier la nuit à penser à ce dont je me prive en écoutant les connaisseurs du monde et leurs conseils concernant mon avenir 

je tombe comme la grêle par réflexe dans le caniveau, je n’ai jamais été là 

je t’en prie oublie ces mots 

qui s’écoulent de moi comme le pus sous la pression et sans être dégoûtant disons que c’est du pétrole 

et quel est mon drame en regard du drame de Smurfette qui a passé toute sa vie seule dans une ville 

peuplée d’hommes uniquement… 

  

tu sais comme c’est difficile de condamner à mort son propre enfant ? 

… 

  

je suis parvenu jusqu’à vous dans une bouteille vide la dernière cou(l)pe bue, laquelle embellit sporadiquement votre vie, spontanément fait que le père ne reconnaît pas son fils 

c’est si profond 

qu’ on ne voit presque pas le fond 

et ce fond est là tous les jours 

je joue avec les mots selon le principe des libres associations… 

ça fait un bail que je n’ai pas voulu à ce point me liquider comme dans ce club de doléances 

j’étais là-bas par le corps et tout le reste me suppliait de cesser enfin d’écouter ces dépositions sur les feuilletons, scandales à vendre,  les gays, les asiates, sur cette partie du monde « de second ordre » 

il nous faut une organisation pour prévoir la crise, et elle ne se présente que lorsqu’il faut 

devancer le temps pour arriver à temps à l’épicerie nocturne afin de se procurer une énième bouteille de potentiel perdu… 

  

est-ce que tu sais à quel point je ne veux pas que l’on m’associe à mon propre texte ? 

… 

  

je suis resté assis trois heures à chercher quelque chose de drôle 

quelque chose que puisse saisir le public 

et la seule chose qui m’a paru drôle c’est l’absence de mon propre reflet dans le miroir… 

je me suis demandé « est-ce que tu sais à quoi sert un microphone ? » 

  

  

tout ça pour marquer 

qu’il y a un mois, sur l’un des toits des immeubles de Zawada 

on a trouvé le corps sans vie d’une jeune fille de treize ans violée… 

  

et c’est justement pour ça qu’il y a des microphones, idiot, c’est pour ça ! 

  

  

[ma conception] 

  

ma conception de la poésie se limite à quelques milliers de MCs clandestins, de l’ère des beatniks 

et à quelques recueils accidentels de types moins accidentels 

je n’ai pas de manifeste, mais celui des frères Marx toujours à la main 

et  lui à mes côtés je prophétise une nouvelle lutte des classes 

je m’oppose aux faits, qui, usés projetés sur l’écran 

me disent que je ne m’y connais pas, ne vis pas aujourd’hui – 

quel est ce sentiment demande à Hendrix 

en revanche comme disent les manuels – tous les grands ont toujours été malheureux, est-ce que quelque chose m’étonne encore ? 

me surprend par sa valeur artistique ? 

en écrivant ses vers je soigne ma blessure existentielle 

le docteur a dit que je vais lécher ma blessure et en sortir 

pourtant je préfèrerais que ce soit toi qui le fasses pour moi 

maintenant il est vraiment temps 

je laisse le jogging dans le parc aux vieillards 

quoique aujourd’hui il  faisait trop froid pour le jogging 

si froid que mes pensées se sont condensées en petites bulles de comics avec des termes qui 

trahissaient mes infâmes intentions 

mes réflexions tournoyaient au-dessus de ma tête 

j’ai pensé m’endormir afin que mon rêve se tienne près de moi – tout à côté 

il faisait vraiment froid 

mais elle n’est pas émue par l’image de moi vadrouillant esseulé dans la nuit nue 

d’hiver 

en revanche m’ébranle l’image d’elle seule et  nue, dont je rêve chaque nuit 

lovés l’un contre l’autre, enlacés dans l’étreinte nous brillons comme un plexus solaire 

aucun des termes par moi employés n’était nécessaire 

pourtant si au lieu de parler je jouais sur un tambour 

vous auriez tous des baguettes de percussion plantées dans le cœur 

tu comprends ? 

car je déchiffre mes mots au moments de leur production 

de masse, à la chaîne, et leur spécialité  ce sont les inepties 

à quatre sens 

un pour moi, deux pour elle, trois pour eux et quatre je branche le trou de mémoire 

je ne veux pas me souvenir que vous vous connaissez l’un l’autre – car je ne vous connais pas 

hommes d’affaires, rimailleurs aux mains glissantes 

l’existence palpable constitue mon domaine 

et le vôtre… 

 

 

« x99 » 

x99 

code inscrit dans un cube à six côtés 

prisonnier de sa propre foi, celui qui désire la reconnaissance, il la trouvera 

dans la boucle du temps à son cou 

rattrapera les rêves qui le pressaient d’ordonner ou lui ordonnaient de presser 

talonné par le chuchotement des hommes et des femmes qui autrefois signifiaient quelque chose 

construisaient des châteaux de sable – il ne pouvait les protéger de la force destructrice de la vague 

et eux ils faisaient tant d’efforts… 

la mère et le père pleuraient sur sa vie, il ne pouvait pas répondre à leur attente, 

il rompait avec l’avenir 

je me rappelle ses mains fatiguées par la vie, considérées par beaucoup comme trop délicates  … intactes … 

  

je gaspille  le temps professionnellement 

je vis professionnellement de l’espoir puisé dans les disques et dans une maison située au plus haut, 

dans laquelle il n’y a pas de code x99 comme le code barre sur son occiput, nous tous esclaves de la nuit et de la jeunesse avec laquelle il faut rompre en quête de l’isolement à deux ardemment désiré 

il considérait la création comme une possibilité de cristallisation et de lutte contre l’avilissement, 

de lutte avec sa propre ombre 

le jugement dernier 

il ne jetait pas les mots au vent, ces mots il les éventait croyait en quelque chose qu’il ne pouvait préciser 

ce n’était pas Elohim devant qui il devait se cacher, mais quelqu’un qui comprenait ses mots 

se cachait dans son crâne, injuriant le sauveur  dans l’espoir d’un Dieu nouveau 

la chambre sombre et l’écho braillard du béton de la ville, élevé par l’urbanisation et les émanations fétides des haut-parleurs 

il n’attirait l’attention de personne 

x99 je me souviens de ce déluge comme si c’était hier 

elle s’en allait dans un autobus rouge 

qui trébuchait et a lâché des jurons… 

  

il essayait de se mettre dans la tête qu’il savait à quoi s’en tenir 

ça non plus n’a pas marché comme tout le reste d’ailleurs 

matin et soir il ne pouvait rompre avec le code 

il s’est perdu dans la lueur d’une lampe de chevet 

en allant se coucher  il croyait qu’il parviendrait à résoudre l’énigme 

x99 

en vérité il était et il est le seul 

à faire éternellement de la résistance 

  

va-t-il se réveiller un jour ? 

  

  

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* Poèmes traduits par Isabelle Macor-Filarska pour le Festival « La Poésie dans le Métro », Septembre/2011, Paris, France.

** Wojciech Cichon: Slam artist, rapper, poet and performance poetry host born in 1983 in Elbląg, Poland, and currently based in Warsaw. He organizes, among others, the Spoke’n’Word festival, a monthly poetry slam in Warsaw and spoken word workshops. Since 2003, he has been presenting his spoken word art both in Poland and beyond (Germany, Czech Republic, Holland, Great Britain, Hungary). He issued 8 records with skwer.org under the moniker Kidd, co-creating such musical projects as ddekombinacja, Międzymiastowa and Osete. With his music and spoken word performances, he opened shows for such artists as Dälek, Mouse on The Keys or Beans (Anti-Pop Consortium). Homepage: http://wojtekidd.org/  Movie: http://www.youtube.com/watch?v=fRIa2SEl0nA&feature=youtu.be

* Née en Tunisie, Isabelle Macor-Filarska vit en France. Elle a fait de nombreux séjours à l’étranger, en Grande-Bretagne, URSS, Israël, au Maroc, et notamment en Pologne où elle a  effectué une partie de ses recherches littéraires sur la poésie polonaise contemporaine. (Après avoir suivi des études de littérature anglo-américaine et de lettres modernes et linguistique,) elle a soutenu  en 1993 une thèse de Doctorat en littérature comparée, à l’Université de la Sorbonne. Cette thèse, intitulée  Poésie polonaise et poésie française d’après-guerre : deux concepts de la réalité,  autour d’une figure centrale, Czeslaw Milosz, est parue aux Presses de l’Université de Lille III. Professeur de langue et littérature françaises à l’Ecole Internationale de l’Alliance Française de Paris (depuis 1984) où elle a créé un Atelier de littérature-écriture, elle a aussi assumé une charge de cours en littérature comparée à l’Université de Saint-Quentin-en-Yvelines et anime des séminaires de traduction, donne des conférences et des récitals de poésie, accompagnée de musiciens. Traductrice de poésie polonaise contemporaine, elle a publié des poèmes de Halina Poswiatowska, Ewa Lipska, Wislawa Szymborska, Czeslaw Milosz, Miron Bialoszewski, Maciej Niemiec, Urszula Koziol, etc. , traduits avec la collaboration de Grzegorz Splawinski, dans de nombreuses revues de poésie (Le Nouveau recueil, PO&SIE, Plein Chant, Passage d’encres, Pleine Marge, Voix d’encre, Encres Vagabondes, Arsenal, Grèges, etc.) ainsi que des recueils de poèmes d’Ewa Lipska, Halina Poswiatowska, Wislawa Szymborska, aux éditions L’Ancrier, Strasbourg, 1996, La Maison du Nord/Pas-de-Calais, Beuvry, 1995 et 2004,  Wydawnictwo Literackie Cracovie, 1998, Caractères, Paris, 2004.  Elle a participé au Panorama de la poésie polonaise contemporaine publié en juin 2000 par les éditions Noir sur Blanc, Paris. En 1999, elle a obtenu une bourse de traduction du Centre National du Livre. Elle vient de publier chez Aubier (Flammarion), Paris, collection historique, septembre 2006, une traduction en collaboration avec Agata Kozak, d’un ouvrage d’histoire médiévale : l’Europe des Barbares, de Karol Modzelewski. Pour contactez : isabelle.macorfilarska@gmail.com  et http://sites.google.com/site/macorfilarska 

 

Convite | Rosângela Ferraz

Enviado por Rosângela Ferraz: rosangela.m.ferraz@gmail.com

Convite | Regina Lyra

 

Enviado por Regina Lyra: reginalyra@gmail.com

Três contos de Carnaval | Patricia Tenório

 

A ladeira da misericórdia

Participação na antologia Sonhos de Carnaval, 2008

           

          Decidi ser aquele meu último carnaval em Olinda. Enxergava o maracatu, as sombrinhas coloridas dos passistas, o Homem e a Mulher da Meia Noite. Sorvia lentamente um capeta de sirigüela – passava se arrastando apertado pelas amídalas, senti o gelado tombar no meu estômago vazio.

            Sentei na calçada dos Quatro Cantos. Observava. As fantasias mais coloridas, o calor sufocando, o sol queimando minhas íris verdes. Um trem de pessoas entoava uma marchinha antiga. Parecia ver carnavais de outras épocas, nos chapéus com plumas da porta bandeira, o vestido armado se encontrando com os sapatos cobertos de glíter prateado; na cabeça, peruca barroca.

            Acompanhava os casais de namorados em cada pequeno gesto, um beijo na nuca suada da mocinha, abraços apertados de um vilão em frente ao muro pichado de grafite. Crianças molhando umas às outras. O sol quebrava-se em prismas de cor nos jatos de água, repousando numa cabecinha marrom.

            Os cachos desciam e subiam a ladeira dos ombros, ao som de Vassourinhas encolhiam-se, expandiam-se acompanhando a minha respiração ofegante: não teria cinco anos a menina. Usava uma fantasia de papel machê, mal lhe cobria o corpo roliço, macio. As sapatilhas azuis, quase cinzas, mostravam a trilha dos muitos passos dados naquela manhã de Sábado de Zé Pereira.

            Não havia mãos dadas com alguém. Me acompanhava na despedida de quem éramos, cúmplices no desejo de um mesmo personagem. Se ela Colombina, eu um Pierrot disfarçado; se eu uma Julieta velha, ela um Romeu travestido. Não nos importávamos com os olhos alheios, eu tantas vezes antes não me importara, levando crianças de igual idade ao meu atelier, dando-lhes bombons coloridos e viciados, jogando cartas até surtirem efeito, despindo-os em canções de ninar. Somente então tomava-lhes o corpo miúdo emprestado, saindo minha alma deste cansado e doente, contaminando-as em carne e espírito, esperando absolvição no próximo carnaval.

            Adorava esculpir na madeira depois de enterrá-los. No jardim, as estátuas marcavam o lugar dos caixõezinhos e lhes davam apelidos: Bolinha de Gude, Pipa, Boneca de Pano, Caminhãozinho. Uma vez tive muito trabalho com dois negrinhos irmãos, chuparam mais pirulitos que o necessário, entrei em êxtase muito antes dos pares de olhos esbugalharem, das minhas mãos longas cravejarem a espátula nas costas cor de jambo.

          Plantei-os debaixo do pé de jabuticaba e no verão seguinte os frutos eram mais escuros e doces, tendo eu que aproveitá-los em compotas e geléias frescas. Vendi toda a produção no Mosteiro de São Bento. Ri imaginando os monges degustarem com torradas os negrinhos que antes eu havia me deliciado.

          Acariciei os caracóis da menina sozinha, perguntei-lhe o nome.

          Eugênia.

          Numa suavidade saíam dos lábios as sílabas, minha cabeça girava querendo voltar ao passado e desistir do futuro.

            Só mais uma vez.

            Puxei a pulseira de Maomé e rezava na direção de Meca pedindo socorro para a tentação. Rezava as frases lentamente, com vigor e fé, mas não pedira àquelas mãozinhas gorduchas para desenhar minhas sobrancelhas, descer por meu nariz torto, descansando sobre os meus lábios.

          Havia de ser a última chance.

          Subimos a Ladeira da Misericórdia. Ela cantava o Hino do Elefante com a língua enrolada da idade, mais tarde se enrolaria nela mesma, eu começava a sentir o antigo formigamento nos dedos do pé esquerdo, as pernas, tronco e braços; quando encontrassem as unhas da mão seria tarde, o sol posto, o Mar Vermelho e o Rio Nilo descendo a ladeira, nos juntando ao Capibaribe e ao Beberibe formando o Oceano Atlântico.

 

Quando a chuva chegar

Texto extraído de Diálogos, Editora Calibán, 2010

 

Há muito tempo não venho ao Galo da Madrugada, o maior bloco de carnaval do mundo. Nele, ganhei, perdi amores, ilusões e desafetos. Passeio cedinho entre foliões ansiosos no Forte das Cinco Pontas aguardando a saída do bloco; acontecerá em poucos minutos.

          Palhaços e colombinas, piratas, damas da corte, todos querem ser o outro por um dia; reconheço um sonho antigo meu: o que seria se eu não tivesse nascido neste corpo?

          Talvez fosse aquele homem careca, barrigudo; fantasiado de Super-Homem, esconde uma vida de servidor público, todos os dias a mesma rotina, a mulher o abandonou em busca de aventuras, os filhos adultos o visitam no Dia dos Pais.

          Ou quem sabe seria aquela moça baixinha? Fantasia de havaiana, tudo são flores e coloridas. Passou no vestibular de Letras, mas não colocou um band-aid rosa na sobrancelha porque o namorado não iria gostar. Sonha com uma casinha branca de janelas azuis, cinco filhos e um longo felizes para sempre.

          Mas me agrado com o Aladim. Por mim passa, uma caipirosca na mão direita, a esquerda levantada cantando Voltei Recife. De algum porto distante navegou e navegou porque era preciso; ganhou, perdeu amores, ilusões e desafetos.

          No Marco Zero a chuva se aproxima misturada com o oceano azulado. As ondas crespas verde-musgo se dissolvem na bruma das nuvens cinzas, percebo prismas de luz tombarem na escuridão do mar profundo.

          O Aladim se afasta atrás do Galo. Fico muda, cansada e sem forças. Espero. Quem sabe quando a chuva chegar eu me reconheço?

Rainstorm off the coast at Brighton, John Constable

 

(des)carnaval(ha)

09/03/2011

Acordou bem cedo para dar tempo de filmar o sol nascendo. Pegou a câmera, carteira de motorista e uns trocados…

– Para dar ao ladrão.

Alisou os cabelos da filha dormindo. Os cabelos longos de Ana Clara. Os cabelos longos de Ana Clara dormindo.

No carro, tentou filmar e dirigir ao mesmo tempo, feito quando brigou com Ana Clara; saiu, no meio da chuva para filmar seu primeiro curta, distinguir o sal da terra e as gotas grossas de chuva, de lágrimas?, de raiva, de amor?

Passou pela Ponte Giratória e parou o carro no lugar que desse tempo de ainda filmar o sol nascendo. Correu entre os foliões bêbados de sono, de cachaça, de quatro dias de carnaval, de brigas com o pai da única filha porque o vira dando um beijo no pescoço da colega de trabalho, ali, no Marco Zero das Américas, no Bairro do Recife, há dez anos.

Pudera voltar o tempo e retirar da câmera dos olhos aquela imagem, aquela certeza de que o amor acaba, acaba o carnaval, a gente cresce, não ouve mais mãe, não ouve pai, volta para casa às duas da manhã aos dezesseis anos, aos dezesseis anos voltamos a ser, eu e o pai de Ana Clara, estudávamos na mesma sala do Colégio Salesiano, queríamos ser fotógrafos, ele e eu, para sair gravando todos os instantes especiais de nossas vidas na câmara Kodak amarelinha que meu avô me deu de presente.

Os garis varriam o lixo cintilante do sol que nascera e não consegui filmar. A cadência das vassouras, pareciam inventar uma nova dança, um frevo silencioso que somente eu e minha mente fértil poderia escutar no início daquela quarta-feira de cinzas. Pensei em vir mais cedo, no domingo, na segunda, mas para quê perder a magia de desconstruir o carnaval, deixá-lo como na Idade Média, quando faziam banquetes de carne antes do jejum e abstinência da quaresma, disse-me o padre na missa. Disse a mim e a uns poucos fiéis que resistiram às ladeiras de Olinda, ao Bairro de São José, aos Papa-angus de Bezerros, aos Maracatus, Vassourinhas, Bloco da Saudade, Homem da Meia Noite e a mulher do dia em que Ana Clara, suja de placenta ainda, quente com meu sangue ainda, encostou em mim e meus lábios beijaram a cabecinha peluda da cor dos cabelos do pai.

Entro só na Rua do Bom Jesus. A câmera me protege do passado e abre espaço ao presente que me vem colorido e o que era silêncio ao meu redor, veio de longe, longe, a troça, os últimos foliões, corpos suados, fantasias molhadas de suor e cerveja, cantando a mim e às minhas lembranças que a vida continua no próximo carnaval, novos amores, novas cantigas e uma certeza de que não seremos mais os mesmos com os nossos pais.

httpv://www.youtube.com/watch?v=1yq6X3J91jI

(des)carnaval(ha)

Fotofilme

Novos residentes | Clauder Arcanjo

 

29/01/2012

— Um casal, querido. Caroline e Kid. Eles formam um belo par.

— E como reagiu o Carlos?

— Como!?…

— Sim, Biscuí!. O nosso Carlos Drummond de Andrade é muito sensível, pode ser que ele estranhe a chegada desses dois novos residentes.

— Bom; o Lucas Francisco disse-me para não nos preocuparmos. Segundo ele, Caroline, Kid e Carlos serão grandes amigos.

Tal diálogo (entre mim e minha esposa) deu-se na semana passada. Cuidarei de situá-lo, caro leitor, acerca dos novos moradores do lar da Antônio Vieira de Sá, reduto deste cronista de província.

Pois bem, vejamos. No Natal último, reunimos a família Alves Arcanjo na residência do meu irmão Baía, em Fortaleza, Ceará. Pouco depois das 20h, lá estávamos: Luzia (minha esposa); nossos filhos: Artur, Mateus e Lucas Francisco; meus sogros e eu. Uma festa em família. A presença de todos em torno do aniversário de Cristo fazia o riso ser a cobertura de todos os doces; a alegria, o tempero de todos os pratos; a ventura da noite, o bálsamo de nossas insignificantes desvalias humanas.

Na hora da ceia, o nosso pequeno Lucas Francisco — do alto dos seus maduros, teimosos e bem vividos sete anos — deu pela presença de uma gaiola decorando a parede do muro próximo.

Voluntarioso e decidido, em um piscar de olhos, Lucas estava diante do meu irmão mais velho, a inquiri-lo:

— Tio Baía, de quem é esta gaiola?

Sem esperar resposta, tática muito comum aos baixinhos de hoje, foi logo emendando (ciente de que a melhor defesa é o ataque):

— Como ela tá sem passarinho (e tá suja), parece que ela tá abandonada. E se tá abandonada, você não precisa mais dela. E se você não precisa mais dela, você — meu tio querido — bem que poderia me dar ela de presente de Natal. Você me dá ela, não me dá?

Foi disparando tal enxurrada de tiros de ataque infantil, não sem, em seguida, abraçar Baía e fazer-lhe um carinho interesseiro.

Surpreendido com o maquiavelismo do meu caçula (e deveras preocupado com a reputação familiar), levantei da rede em que me encontrava, interrompendo aquele monólogo usurpador.

— Pelo amor de Deus. O que é isso, Lucas Francisco!?… A gaiola é de Tia Regina. Decoração da casa, filho!

Ao ouvir a voz paterna, Lucas (com caras, trejeitos e bocas de garotinho indefeso e infeliz) meteu-se, cada vez mais, entre as pernas do tio protetor, a procurar defesa.

Confesso que a minha estratégia foi um tiro pela culatra. Com pena do pequeno, e levado pelo clima de Natal e pelo coração tamanho, Baía tirou a gaiola da parede, pondo-a nas mãos do meu benjamim.

— É sua, Luquinha! Leve e peça ao seu pai um casal de periquitinhos australianos para você cuidar.

Um beijo e um abraço entre tio e sobrinho selaram a minha carta de rendição.

Pronto, mais uma vitória de Lucas Francisco! Com ela, caro leitor, o drama e a tragédia estavam postos na mesa natalina. Procurei por Regina, e não a vi por perto. Será que minha cunhada não gostara da decisão?

Lucas Francisco, imune a tudo, não tinha olhos para mais ninguém. Sobraçado com a gaiola, torcia para o fim da festa.

— Vamos logo, papai?!

A sobremesa foi servida, despedimo-nos de todos e voltamos para casa. Lucas e sua gaiola, abraçados.

Uma semana depois, embarquei. E a conversa que abre esta crônica deu-se por telefone. Eu, na plataforma, a perguntar por notícias da família. Quando minha Biscuí falou-me da compra do casal de periquitos — logo batizados por Caroline e Kid (“um azul e outro bem branquinho, pai!”) — fiquei preocupado com a situação do meu gato siamês, o gauche Carlos Drummond de Andrade.

Estarei retornando logo a Mossoró, um pouco preocupado com a paz no meu lar. Não quero que os novos residentes incomodem Drummond.

No entanto, bem sei, o pequeno Lucas pacificará a todos. Com certeza, leitor, não há quem resista à arte e ao engenho desse pequeno negociador.

Contato: clauderarcanjo@gmail.com

Franklin Jorge: Um Anhaguera Cultural

Enviado por Franklin Jorge: franklinjorge@yahoo.com.br

OFICINAS GRATUITAS de Clown, Yoga e Capoeira | Enviado por Leidson Ferraz

Notícia excelente para artistas com experiência no Teatro, na Dança ou no Circo:

O projeto LE PETIT: GRANDEZAS DO SER, da Companhia Circo Godot de Teatro, dos artistas Andrêzza Alves, Ana Paula Sá, o italiano Damiano Massaccesi (foto em anexo), Asaías Lira e Quiercles Santana, vai estrear o espetáculo de mesmo nome em maio, durante temporada no Teatro Hermilo Borba Filho, mas antes, já a partir do próximo dia 27 de fevereiro, inicia uma série de OFICINAS GRATUITAS DE CLOWN, YOGA E CAPOEIRA para artistas já experientes do teatro, da dança ou do circo, maiores de 18 anos, todas incentivadas pelo Prêmio Myriam Muniz, da Funarte. São 15 vagas para cada (haverá seleção) e só é preciso mandar curriculum de 01 página destacando formação e atividades artísticas práticas, além dos contatos, para o e-mail lepetitgrandezasdoser@gmail.com. As inscrições já estão abertas e independentes para cada oficina. São elas:

CLOWN – De 27 de fevereiro a 06 de março, das 14 às 18h, no Sesc Casa Amarela (Av. Professor José dos Anjos, 1109, Mangabeira. Tel. 3267 4410), com André Casaca (paulistano radicado na Itália) e Damiano Massaccesi. 

YOGA – Março e abril, a partir de 1 de março, no Espaço Fiandeiros (Rua da Matriz, 46, 1º andar, Boa Vista. Tel. 4141 2431), às segundas e quartas, das 9 às 10h, com Swami Munindra Mohan.

CAPOEIRA – Março e abril, a partir de 1 de março, no Espaço Fiandeiros (Rua da Matriz, 46, 1º andar, Boa Vista. Tel. 4141 2431), às terças e quintas, das 17 às 18h, com Mestre Dendê (Antonio Carlos Lino dos Santos).

Informações: 9828 6916 / 8518 7387 ou 8198 4223.

Agradeço a divulgação, se puder compartilhar com os amigos!

Leidson Ferraz: 3222 0025 / 9292 1316 / ferraz.leidson@gmail.com.

Silgom

Convite | Emoção Repentina*

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* Patricia Tenório participa com “Eva” da Antologia “Emoção Repentina” (vide  http://www.patriciatenorio.com.br/?p=2882).